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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de maio de 2018

Junta e {Coade} falarão do concurso da nova Faculdade de Medicina

A escola de arquitetos recorre a convocatória

F. L.
10/01/2018

 

A Junta e a escola de arquitetos ({Coade}) se reunirão o 15 de Janeiro para falar sobre/em relação a o concurso de redação do projeto da nova Faculdade de Medicina, na qual esperam alcançar algum tipo de acordo, depois de/após que a entidade {colegial} tenha recorrido as bases da convocatória por entender que prima a oferta económica face à qualidade arquitetónica, segundo Juan Antonio Ortiz, decano do {Coade}.

Ortiz considerou que «é certo que não deve ter mais atraso neste projeto, mas também o é que não se pode furtar à sociedade o melhor prédio possível, pois é onde se formarão os médicos do futuro e será um prédio emblemático» para a cidade, para o campus e para a comunidade universitária.

O recurso, apresentado no registo Geral em Cáceres, se lhe fez chegar a a conselheira de Educação. O {Coade} é partidário de um concurso de ideias por tratar-se de um prédio emblemático, mas admite que será difícil reverter a convocatória já em marcha,

E assinala que pediram em diversas reuniões ao presidente da Junta e aos conselheiros de Educação e de Saúde em reiteradas reuniões que prime a qualidade arquitetónica face à oferta económica, e isso em defesa da arquitetura e de «a dignidade dos nossos arquitetos extremenhos, que são muito bons».

Assinalou que com as bases atuais se tem que justificar ter projetado nos últimos 10 anos, e dirigido, uma obra por montante de 5 milhões, «período que coincide com a crise e na Extremadura não se fizeram prédios por esse montante, pelo que só/sozinho concorrerão os grandes estudos», disse. Assim, apresenta que em vez de 5 milhões, sejam 2,5, e que se alargue em 20 dias o prazo atual de 60, «porque o concurso saiu em Natal».

Ortiz indicou que «a Junta começa a melhorar outros aspetos noutras conselherias graças a reuniões e à colaboração», E que, dada a importância deste prédio emblemático, «à sociedade não se lhe pode furtar o melhor projeto possível».

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