+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

O {IMSS} prevê que fiquem curtas as ajudas a famílias pelo {covid}

Os trabalhadores sociais reduzem de forma voluntária suas férias para dar-lhes saída. Diante da avalancha de pedidos/solicitações, a Câmara Municipal se apresenta procurar outras verbas/partidas orçamentais

 

O vereador de Serviços Sociais, Antonio Cavacasillas, no seu gabinete. - ANDRÉS RODRÍGUEZ

A. M. ROMASANTA
21/07/2020

Solo passaram duas semanas desde que abriu-se o prazo para solicitar no Instituto/liceu Municipal de Serviços Sociais ({IMSS}) as ajudas para famílias afetadas pela crise do {covid}, que a Câmara Municipal De Badajoz tem dotado com uma verba/partida de 1.016.000 euros, e já o vereador da área, Antonio Cavacasillas, estima que possivelmente ficará curta, diante da avalancha de pedidos/solicitações que lhes estão chegando, segundo manifestou a este diário/jornal. Pelo que lhe transferem os trabalhadores sociais, «estamos numa situação de transbordo absoluto».

Com esta verba/partida se têm estabelecido três linhas de ajuda: para despesas básicas, aluguer ou hipoteca ou o cuidado de meninos ou maiores/ancianidade. Estas ajudas extraordinárias se podem solicitar até ao 15 de Novembro ou quando se termine a quantidade/quantia disponível, mas já o responsável de Serviços Sociais avança que serão previdentes e se comprovam que acabam-se muito antes, procurarão verbas/partidas orçamentais complementares para incrementar as de Serviços Sociais. «É muito necessário fazê-lo», insiste. A quantia atual procede de 20% que o Governo central permite às câmaras municipais usar do superavit com fins sociais. «Vamos vendo a procura, mas possivelmente nos {quedemos} muito curtos», insiste.

O vereador calcula que o número de pedidos/solicitações será muito elevado. Até Junho o {IMSS} tinha atendido o dobro de petições/pedidos e de usuários que em todo o 2019. A principal diferença reside em que aqueles que agora vão a Serviços Sociais som novos demandantes que até este momento não tinham necessitado ajudas e que agora fazem cauda perante o {IMSS}. Precisamente esta convocatória foi desenhada para novos demandantes, famílias que têm sofrido as consequências do confinamento.

Cavacasillas descreve que desde/a partir de o primeiro dia se receberam «grande quantidade/quantia de petições/pedidos» porque a aqueles que as vão a solicitar se somam aqueles que querem informar-se de se reúnem as condições para pedir-les. O vereador assinala que Serviços Sociais tem tentado com a convocatória tipificar os casos que podem receber/acolher as ajudas mas. apesar disso, há pessoas que querem que sejam os trabalhadores sociais aqueles que os informem de maneira presencial. Além disso, outros se interessam pelas ajudas de fornecimentos mínimos vitalistas/vitais e pelo ingreso mínimo vitalista, que «por enquanto» não leva a Câmara Municipal, embora o vereador está convencido de que pode que se faça cargo.

DRAMA SOCIAL / Para Cavacasillas, esta elevada procura reflete o «drama social» que existe em Badajoz, como noutras cidades, como consequência da pandemia. «As pessoas tem medo ao que virá e quer solucionar sua situação atual já». O mais complicado para o vereador de Serviços Sociais é que não podem saber quantos usuários vão a poder/conseguir atender, porque ainda há famílias que não foram ao {IMSS}. Assim, aponta que os {Ertes} terminam em setembro e possivelmente em Outubro terá mais pessoas demandando prestações.

Uma vez que os pedidos de {Ayuecos} {Covid} se tramitem, o vereador compromete-se a que se ingressarão no prazo mais breve social. Recorda que as de alimentação som diretas, nos 70 estabelecimentos aderidos, bem como as creches. Importantes som as contempladas para o aluguer ou a hipoteca, para as que existe um protocolo rápido.

A Câmara Municipal de Badajoz vem queixando's à Junta de Extremadura de que não conta com os trabalhadores sociais que lhe correspondem. O 5 de Junho Cavacasillas remeteu um escrito/documento à diretora-geral de Política Social para comunicar-lhe que a lei de Abril de 2015 de Política Social estabelece que cada localidade extremenha a partir de 3.000 habitantes deve contar com um trabalhador social. Com 150.000 habitantes, a Badajoz lhe correspondem 50, cujo ordenado subsidia a Junta num 90%. Em Badajoz só/sozinho há 23 trabalhadores sociais para atender uma situação normalizada. Mas a atual é excecional, daí que estejam transbordados de estreitamente. Cavacasillas expõe o caso que lhe transmitiu uma trabalhadora social, que lhe contou que apesar de levar muitos anos trabalhando, e ter vivido a crise de 2008, «nunca tenho visto nada como isto». Neste sentido, o vereador não quer deixar passar a decisão dos trabalhadores de encurtar suas férias, de maneira voluntária. Cavacasillas lhes enviou um escrito/documento para que valorizassem esta opção «e não houve nem uma só queixa», assegura.

A atenção nas sedes de Serviços Sociais está a ser «bastante complexa» pelo volume de chamadas telefónicas. Trabalham com citações de 9 a 14.00 horas e a qualquer hora há caudas em todos serviços sociais de base dos bairros.

De qualquer modo, o vereador confia em que o ingreso mínimo vitalista mude a situação quanto à procura assistencial. Agora leva-se desde/a partir de a Tesouraria Geral da Segurança Social que, segundo Cavacasillas, também está transbordada, entre outros motivos porque a atenção do usuário tem mais sentido realizá-la por um trabalhador social e não por um administrativo. «Além disso o {IMSS} faz gestão integral e pede toda a documentação», defende.