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Grupos políticos e associações reúnem-se hoy para definir o Consórcio

O documento que resulte se remeterá à Junta, a assembleia provincial e o ministério. Oposição/concurso público e coletivos defendem que não se limite só/sozinho ao património

 

Ruína das ermidas no recinto da alcáçova. - S. GARCÍA

A. M. ROMASANTA
14/01/2020

Todos os grupos políticos municipais e oito associações vinculadas à recuperação do centro histórico de Badajoz estão citadas esta tarde na Câmara Municipal pelo vereador de Turismo e Património, Jaime Mejías, para definir o documento que trace o funcionamento, organização e objetivos do futuro Consórcio do Centro Histórico, a partir do rascunho/esboço/minuta que lhes remeteu o vereador o 10 de Dezembro. A ideia é que hoy assistam com o documento «trabalhado» para incorporar as mudanças que considerem. A intenção de Mejías é que o documento que resulte da reunião desta tarde seja o definitivo. Posteriormente se apresentará «pessoalmente» aos responsáveis das outras três administrações que devem integrar o consórcio e que esta tarde não foram citadas: a Junta de Extremadura, a Diputación de Badajoz e o Ministério de Fomento, segundo explicou ontem o vereador.

Tanto/golo os grupos municipais da oposição/concurso público como as associações que vão a ir coincidem em defender que o Consórcio de Badajoz não deve limitar suas competências à defesa do património histórico. Cinco das oito associações convocadas ({SOS} Centro Histórico, Cívica, a associação de vizinhos/moradores, Centro Comercial Aberto de Menacho e Associação de Comerciantes e Artesãos {Accho}) apresentarão uma «memória de objetivos» que também remeterão às outras três administrações. De início, mudam o nome e propõem Consórcio para a Recuperação do Centro Histórico, pois entendem que para além de reabilitar os monumentos, temos de regenerar as ruas e o tecido social e tomar medidas que apoiem o comércio e incentivem o empreendimento. Estes coletivos querem estar em «as mesas de decisões», com voz pelo menos e, a ser possibilismo, com voto, pois consideram que são eles os que conhecem as «necessidades reais» deste ambiente e as prioridades, segundo explica Luis Pacheco, de {SOS} Centro Histórico.

SÓ/SOZINHO ESTATUTOS /Estas associações não entram em questões «técnicas». No entanto, Amigos de Badajoz (outra associação convocada) considera que a reunião de hoy é para elaborar os estatutos. Tem claro que o consórcio não pode ser «uma porta de atrás para meter os amigos», segundo Manuel Cienfuegos, que manifesta que o pessoal deve estar formado por funcionários das diferentes administrações. Além disso, no rascunho/esboço/minuta {echa} em falta nos órgãos de governo a representação do Executivo central, que só/sozinho aparece para dar fundos. Também não partilha que nos estatutos figure um orçamento fixo, pois dependerá das necessidades de cada momento. Por último, esta associação aduz que o consórcio não deve suprir responsabilidades que ostente a Câmara Municipal entre suas competências exclusivas. Igualmente estão convocadas a associação contra o ruído {Espantaperros} e a de empresários {Aecab}.

Por parte do grupo municipal socialista assistirão o porta-voz, Ricardo Cabezas, e os vereadores Martín Serván e Pedro Miranda. Também o PSOE quer que se alarguem os objetivos do consórcio para que, para além de na reabilitação do património, atue na regeneração social e a revitalização económica. Como ação concreta/concretiza, propõe a criação de um parque municipal de locais comerciais. Quer também uma maior/velho participação, para que esteja representada a Delegação do Governo, bem como as escolas de advogados e de arquitetos, a Universidad de Extremadura e as associações de vizinhos/moradores.

Por seu lado, a porta-voz de Unidas Podemos, {Erika} Cadeias, incidirá numa maior/velho participação da sociedade civil na tomada de decisões e que todos os grupos políticos municipais estejam representados. Defende que a recuperação do Centro Histórico deve abordar-se de maneira «integral» introduzindo «o perfil social» nas medidas que se adotem e que o consórcio se dote duma plantel/quadro mínima para seu funcionamento.