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Fragoso: «Vox não se pode meter na vida interna da Câmara Municipal»

Serão os serviços jurídicos municipais os que dirimam a situação do vereador. O presidente da Câmara Municipal aduz que acredita à direção nacional mas também ao advogado de {Vélez}

 

Francisco J. Fragoso, ontem. -

A. M. ROMASANTA
11/03/2020

Por muito que insista Vox com seus escritos/documentos à Câmara Municipal de Badajoz em que a expulsão do jogo/partido de seu único vereador, Alejandro Vélez, é um facto/feito, a situação do grupo municipal não tem variado, segundo assinalou ontem o presidente da Câmara Municipal de Badajoz, Francisco Javier Fragoso. Vox remeteu na segunda-feira um novo escrito/documento assinado por Marta Castro Fuentes, vicesecretária nacional jurídica, do qual Fragoso teve conhecimento e já estava em mãos dos serviços jurídicos e técnicos da Câmara Municipal para avaliá-lo. Mas o presidente da Câmara Municipal tem claro, e assim o manifestou, que «igual que eu não me {meto} na vida interna de Vox, Vox não vai-se a meter na vida interna da Câmara Municipal».

Segundo Fragoso, existe larga/ampla jurisprudência sobre/em relação a estes casos, com sentenças do Supremo, que possivelmente não se conhece em partidos «que som muito novos» e que recolhem/expressão como se devem tratar, quais som os procedimentos e em que momento som executivas cada uma das decisões, que no âmbito administrativo têm uma importância «e um não pode estar hoy sim e amanhã não».

No novo escrito/documento, Vox insta ao presidente da Câmara Municipal a que «cumpra a lei e respeite o regulamento interna do nosso jogo/partido» para que «de maneira imediata ative o protocolo legal, dado que o senhor Vélez já não representa a Vox e, portanto, no plenário/pleno deve ser considerado vereador não inscrito». Insiste além disso em que se dissolva o grupo municipal de Vox, se rescinda o contrato ao secretário do grupo, Antonio Pozo, «e os meios materiais e económicos do grupo municipal Vox sejam intervindos por essa autoridade».

«absoluto respeito» / Fragoso declarou seu «absoluto respeito» a estas petições/pedidos, mas precisou que cada vez que chegue um escrito/documento se remeterá aos serviços técnicos para que o avaliem «e a partir de aí se atue». Isso significa que o presidente da Câmara Municipal não dá nem retira a razão a Vox, «porque som procedimentos internos que não devem afetar à vida da casa». Em todo o caso, as consequências que possa ter na corporação, «não vão ser eles aqueles que as digam, mas a própria interpretação que façam a secretaria-geral e os serviços jurídicos». O argumento de Fragoso é que existe uma controvérsia entre o que lhe transferem as duas partes: por um lado o jogo/partido e por outro o advogado de Vélez, «e eu tenho uma série de obrigações que me marcam os próprios tribunais na hora de tomar atos administrativos nos quais pode ter uma dúvida». Pois igual que acredita à direção nacional de Vox quando insiste na expulsão de Vélez, «também me tenho que acreditar/achar o que os advogados do vereador me transferem, que têm um recurso que não se tem decidido», enfatizou.

«Eu não sou ninguém para meter-me na vida interna de um jogo/partido -sublinhou- mas sim tenho a obrigação de ver que os requisitos formais que marcam seus estatutos os cumpriram, é o que me têm que demonstrar eles», para que se no fim acabam em via judicial, «se saiba de quem é a responsabilidade».