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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

{Fragoso} pede que a assembleia provincial dê o dinheiro sem esperar sentenças

O presidente da Câmara Municipal se oferece a dialogar para ver como se restitui à cidade. Pede os planos do Provincial para transferir o Centro de Saúde de Os Pinheiros

EFE lcb@elperiodico.com BADAJOZ
06/11/2019

 

O presidente da Câmara Municipal de Badajoz, Francisco Javier Fragoso, afirmou ontem que a assembleia provincial se tem que antecipar ao resto das sentenças pela Lei de Memória Histórica e devolver o dinheiro que corresponde à capital de Badajoz e ao resto de municípios afetados. O também deputado provincial, considerou que a assembleia provincial decidiu não recorrer ao Supremo as sentenças contra suas convocatórias que obrigavam aos municípios ao cumprimento desta lei para beneficiar delas, porque «não tem nenhum percurso/percorrido».

«É o que lhe têm devido transferir seus serviços jurídicos e além disso tivessem tido que pagar as costas», acrescentou. O regedor se ofereceu a dialogar para decidir o mecanismo para que a cidade usufrua do dinheiro que lhe corresponde, igual que o povoado Villafranco do Guadiana e o resto de municípios em igual situação.

«Não faz sentido, después do golpe judicial, prolongar a agonia e a injustiça que cometeu, pelo que o melhor é devolver o dinheiro já», acrescentou. Neste sentido, pediu que se reconheça que se cometeu uma «injustiça» com Badajoz e que teve como «cúmplice» ao porta-voz do grupo municipal socialista e vice-presidente da assembleia provincial, Ricardo Cabezas.

Questionado pelo catálogo de vestígios franquistas, disse que para os cidadãos não é uma prioridade e que as sentenças têm demonstrado que Badajoz cumpre com a Lei de Memória Histórica.

Por outro lado, sobre/em relação a o hospital provincial, exigiu {do} que se cumpra com o Plano de Infraestruturas Educativas que refletia um investimento importante para transferir a Escola Oficial de Idiomas a uma parte deste prédio. Para ele, o problema está em que a assembleia provincial e a Junta não acordam ceder os planos, que serviriam também para dar início o Centro de Salud Zona Centro.

«O dinheiro está porque é de Europa e só/sozinho faltaria que o devolvessem por ser incapazes de geri-lo», advertiu.

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