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O feira volta a instalar-se hoy em Valdepasillas após 90 dias de paralisação

Os vendedores mostram-se otimistas e lançam uma mensagem de tranquilidade. A bilhete e saída estão separadas, há um itinerário único e mais policia municipal

 

As grades já colocadas no acesso do {mercadilo} dos terça-feira para separar a bilhete e saída, ontem. - S. GARCÍA

Operarios de FCC {desbrozan} o ambiente. - S. GARCÍA

B. CASTANO
09/06/2020

Todo está pronto/inteligente/esperto para que, após 90 dias de paralisação obrigada pela crise sanitária, o feira dos terça-feira volte a celebrar-se hoy na terreno amplo junto ao ponte/feriado Real, em Valdepasillas. Ontem se colocaram as grades que delimitam o recinto e separam a bilhete e a saída, que será só/sozinho pelo acesso principal, onde voluntários de Proteção Civil proporcionarão {gel} hidroalcoólico aos clientes. Além disso, se tem estabelecido um itinerário único e todos os postos têm um tamanho 5, 5 metros (os tinha de 3, 6 , 9 e 12). Estão separados por uma distância de 1,5 metros entre sim e instalar-se-ão na zona de terra, deixando assim a parte de asfalto livre para o passo dos clientes.

A presença da policia municipal se reforçará para controlar a lotação e evitar qualquer incidência que pudesse surgir nesta primeira jornada de volta do feira. O vereador da área, {Eladio} Mergulhador, assegurou que as medidas que se têm tomado garantem que há espaço «suficiente» para que esta atividade se desenvolva com segurança e apelou à responsabilidade de vendíveis e clientes para que guardem a distância social e cumpram com a obrigação de levar máscara.

Os vendedores enfrentam a volta com otimismo, embora som {conScientes} de que as primeiras semanas serão complicadas «até que nos vamos adaptando todos», afirma Andrés Saavedra. «Vendo que as pessoas está indo aos centros comerciais e aos bares, {confiamos} em que também venha ao feira», diz este vendedor, ao passo que lança uma mensagem de «tranquilidade» aos clientes «porque nos temos esforçado muito para cumprir com as medidas de segurança», assegura. «Nos perguntaram muito pelas redes sociais e na rua por quando {volvíamos}, por isso sabemos que os clientes tinham vontade de que {volviéramos} e nós necessitamos começar a trabalhar, porque foram três meses muito difíceis», reconhece.

Neste sentido, recordou que pediram à Câmara Municipal que suprima a taxa que pagam por instalar seus postos (fracionada em dois pagamentos e adiada até Dezembro), mas Mergulhador assinalou ontem que isto não é viável, mas que sim se descontará a parte proporcional das semanas que não têm tido atividade pelo coronavirus.

No feira dos terça-feira há 184 licenças, embora ontem nem o vereador nem os próprios vendedores sabiam a cifra exata dos que hoy iam a instalar seus postos. Sobre/em relação a os que mais dúvidas tinha era com os que procedem de Cáceres, à volta de um 15%.

Ontem se {desbrozó} o ambiente do feira, se voltarão a colocar os contentores para o lixo e repartir-se-ão sacos entre os vendedores. Mergulhador fez um apelo para que, agora mais que nunca, se mantenha limpa a zona durante e después do feira.

NO DOMINGO / Também está tudo previsto para que no próximo domingo, 14 de Junho, o feira regresse ao recinto do polígono O Nevero. Neste caso, os postos (há 214 licenças) se {retranquearán} meio metro para alargar os corredores para os clientes e a circulação/trânsito será «livre» porque o espaço é maior/velho. A bilhete será pelo acesso principal e a saída pela avenida Federico Mayor Zaragoza.