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O feira estreia normalidade

Os vendedores ambulantes percebem/recebem menos público na jornada de regresso, mas confiam em que remonte nas próximas semanas H Os postos de frutas e verduras foram os mais concorridos e se chegaram a formar pequenas caudas de clientes

 

Regresso 8 Os postos de frutas e verduras foram os mais concorridos do feira, ontem. - S. GARCÍA

Seguridad 8 Voluntarios de Protección civil reparten {gel} {hidroalcohólico}. - S. GARCÍA

B. CASTAÑO lcb@elperiodico.com BADAJOZ
10/06/2020

¡Tudo a 5 euros! gritava uma e outra vez Manuela Navarro apesar de ter o rosto coberto por uma máscara. Esta foi uma das imagens da nova normalidade do feira que, depois de/após três meses, ontem voltou a celebrar-se junto à terreno amplo da ponte Real em Badajoz. Bilhete e saída diferenciadas e separadas por grades, {gel} hidroalcoólico nas mãos antes de entrar, um itinerário único, postos mais pequenos e corredores mais largos numa jornada de estreia que, segundo muitos dos vendedores, atraiu a menos de público que um terça-feira qualquer antes do coronavirus, mas suficiente como para mostrar-se esperançosos com que remontará nas próximas semanas.

«Demasiado bem está respondendo as pessoas, o importante é que se vá retirando o medo, porque isto é mais seguro que qualquer centro comercial», dizia Manuela, que leva 40 anos vendendo roupa no feira.

Miguel Vargas começou a montar seu posto em feiras de outros povos/povoações faz três semanas. Segundo seus cálculos, ontem tinha um 30% menos de público, embora confessava que para ele o importante é que se tenha retomado e que aos poucos «vá a melhor». Para Vicente Giles, a afluência era menos da metade, mas confiava em que a «psicose» desapareça enquanto se corra a voz de que o feira é «seguro».

Onde mais clientela tinha era nos postos de frutas e verduras, onde se formaram pequenas caudas. «Estamos contentes com a volta», dizia Nazaret Rodríguez, que dirige um deles.

Entre os clientes também tinha disparidade de opiniões. Para María e sua filha Ana era um erro que os postos de frutas estivessem dos últimos, porque tinha que carregar com as sacos até os estacionamentos, agora mais afastados. Para outras, como Isabel e Pilar, o ‘nova feira’ «não tem {pegas}, mesmo está melhor com os corredores mais largos», destacavam.

O vereador da área, {Eladio} Mergulhador, não percebeu/recebeu uma descida significativo de clientes, mas acreditava que precisamente essa amplitude dos corredores podia fazer pensar que tinha menos público. O vereador destacou o acordo/compromisso dos vendedores e avançou que se realizarão mudanças na localização dalguns postos face a na próxima semana.