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O fecho do PAC do Progresso não suscita queixas entre os usuários

A comissão comunitária nega que a Câmara Municipal não estivesse informado. As associações de vizinhos/moradores entendem as razões que levam a tomar esta medida

 

Glória González e María de los Ángeles Maynar, ontem. - S. GARCÍA

A. M. ROMASANTA
10/06/2020

En a Comissão Comunitária de Saúde tinham informado de que o centro de saúde do Progresso fecharia pelas tardes em verão e se centralizaria a atenção no de São Fernando e, quando se fez oficial, não só/sozinho não lhes surpreendeu mas entendem os motivos. É o que manifestam os presidentes das associações de vizinhos/moradores do {Gurugú}, de Santa {Engracia} e do Progresso, as três afetadas. Se bem o desta última, Salvador do {Amo}, lamenta que seja o de São Fernando o que abra em lugar do Progresso, onde se poderiam reunificar os dois Pontos de Atenção Continuada (PAC), por ser a zona mais necessitada de serviços. Por seu lado, Ricardo Cabezas ({Gurugú}) e Paqui Yáñez (Santa {Engracia}) aduzem que estão de acordo e que o centro de São Fernando está perto.

Foi o presidente da Câmara Municipal de Badajoz, Francisco Javier Fragoso, quem na segunda-feira deu a conhecer e criticou esta decisão, que o Servicio Extremeño de Salud (SES) confirmou, e que se aplicará desde/a partir de o 1 de Julho.

A coordenadora do centro de saúde do Progresso, María de los Ángeles Maynar, explicou ontem claramente os motivos que levaram a esta mudança. O fundamental é que há menos médicos em Badajoz, muitos profissionais têm mais de 60 anos e não fazem guardas pela idade ou por doença. «Aqui nós nos encontrámos que cada vez somos menos» e que não os vão a substituir em verão. Têm que ir-se de férias de Julho a setembro por se se produz outra onda da pandemia em Outubro e isso supõe «estar todo o dia trabalhando, estamos cansados».

POUCOS PACIENTES/ Outro motivo é que à tarde, à Atenção Continuada vão poucos pacientes e os que o fazem poderiam ir por a amanhã. Não vão porque teriam que pedir cita/marcação/encontro e aguardar na sala de espera. «Realmente não estamos vendo urgências à tarde». Segundo Maynar, o volume de pacientes do Progresso «perfeitamente» se pode fazer desde/a partir de o centro de saúde de São Fernando. Na sua opinião «saímos ganhando todos, os profissionais, que faremos menos guardas, e a população, porque o centro de saúde de São Fernando não está tão longe de aqui». Por outro lado, defende que a localização do de São Fernando é mais equidistante para toda a margem direita e além disso sua zona de saúde tem mais população (21.000 e o Progresso não chega a 7.000).

Na Comissão Comunitária de Saúde estão representados todos os coletivos e associações e também a Câmara Municipal. Segundo a treinador, Glória González, três pessoas da Câmara Municipal receberam por correio electrónico toda a informação, mas não houve resposta. Alguns integrantes da comissão têm respondido apoiando a decisão, outros expressando seu temor de que fecho o centro. Mas reiteram que será só/sozinho em verão. «A ninguém gosta de perder nada, mas não é uma perda enorme porque o uso que se faz do centro à tarde sobretudo em verão é muito pouco/bocado». En princípio, fechará pelas tardes desde/a partir de o 1 de Julho a 30 de setembro e depois se avaliará como funciona e se a população está satisfeita. Recordam que isto já se faz em Cerro Gordo e Suerte de Saavedra, cuja Atenção Continuada está centralizada em São Roque.