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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

Exigen o desbloqueo da cessão dos apartamentos da Guardia Civil

Los vizinhos/moradores de Suerte de Saavedra se mobilizarão se não se resolve

EFE badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
07/01/2019

 

L a Associação de Vizinhos/moradores de Suerte de Saavedra de Badajoz não descarta ser feito ações de protesto se os governos central e autonómico não desbloqueiam a situação do prédio de habitações da Guardia Civil para que sejam destinadas a uso social. Segundo o presidente do coletivo, Fernando Gonsalbes, nesta semana têm acordado que organizarão concentrações em finais de mês se sua reivindicação não é atendida antes.

O representante de vizinhos recordou que um grande número de famílias do bairro de Suerte de Saavedra precisam duma habitação nestes momentos «e no entanto as administrações não chegam a um acordo para que este prédio se destine a uso social».

Há/faz pouco mais de um ano algumas famílias ocuparam uma dezena das 90 habitações com as que conta este prédio. Desde então, a deterioração do imóvel é «evidente», segundo Gonsalbes, que critica que apesar de isso o Governo central e a Junta de Extremadura não alcançam um acordo.

«Na atualidade há um grande número de famílias sem recursos que precisam de habitação social, numa cidade onde precisamente não é que tenha muitos imóveis que possam albergar este uso», insistiu o presidente de Suerte de Saavedra.

Este coletivo tem solicitado uma reunião com responsáveis da Delegação do Governo na Extremadura e, se esta instituição não oferece uma solução, «terá ações de protesto», advertiu. Después do nomeação de Yolanda García Seco como nova delegada do Governo na Extremadura, a associação já pediu um encontro, no qual se transferiu que o Estado estava trabalhando em chegar a um acordo com a Junta. Segundo assinalou, nessa altura se explicou que se estudava a possibilidade de uma {permuta} com a administração autonómica que permitisse a esta última fazer-se cargo do prédio, mas «não houve avanço algum» desde essa data, lamentou.

Gonsalbes denunciou as «carências» que ainda sofre o bairro em muitas matérias e aproveitou para reivindicar de novo a criação de um centro de maiores/ancianidade em Suerte de Saavedra.

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