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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

Escola de engenheiras

Alunas do {Puertapalma} aprendem a desenvolver destrezas no âmbito tecnológico e científico/cientista num sala de aula onde se preparam para um futuro baseado na inovação e o empreendimento

A. M. ROMASANTA
11/01/2018

 

«Na vida não há coisas que temer, somente há coisas que compreender». A frase acompanha o retrato de sua autora, {Marie} {Curie}, junto aos doutras 14 prestigiantes cientistas numa das paredes de {Tecno} {Maker} {Space}, um sala de aula que acaba de equipar-se na escola {Puertapalma} de Badajoz, onde alunas de Infantil e Primária poderão desenvolver destrezas nos âmbitos tecnológico e científico/cientista. O projeto, que se estenderá ao colégio O {Tomillar}, onde se está formando um professor, foi inaugurado ontem pelo presidente da Câmara Municipal, Francisco Javier Fragoso.

A robótica se introduziu faz uns anos no {Puertapalma} como atividade extraescolaridade e este curso, por proposta de um pai, o projeto se alargou e se incorporou à jornada escolaridade, com uma hora à semana. {Techno} {Maker} {Space} está equipado com recursos para que os meninos desenvolvam competências {maker}, como são programação, impressão 3D, robótica educativa, eletrónica criativa, realidade {vitual}, {prototipado} e uso de ferramentas tecnológicas. {Makers} são {hacedores}, pessoas que detetam necessidades, geram ideias e propiciam soluções.

Sergio Aranda, diretor treinador de {Emprendiciencia} {Consulting}, explicou que o projeto consiste num espaço de trabalho de fabrico digital no qual através de diferentes ferramentas tecnológicas os alunos podem desenvolver iniciativas mediante protótipos. Entre as ferramentas disponíveis têm {kits} de robótica, {chips} que permitem interagir e {impresoras} 3D. «A filosofia é gerar competências aos alunos em diferentes áreas, todas {relacionas} com a ciência, a tecnologia, a engenharia, as matemáticas ou a parte artística através do design e poder/conseguir desenvolver projetos de forma {colaborativa}», que além disso se acoplem ao conteúdo das cadeiras, usando a tecnologia como meio, não como fim. Trata-se, em definitiva, de «converter aos meninos de consumidores tecnológicos a criadores de tecnologia e que vejam que é fácil tanto/golo em {hardware} como em {software}». Embora abrange a toda a população, se tem focado às mulheres porque agora têm menos presença em corridas/cursos tecnológicas. Em Espanha só/sozinho representam o 15%.

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