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El Periódico Extremadura | Domingo, 23 de septembro de 2018

Endesa descarta que o transformador do parque da Vinha se transfira

A Câmara Municipal pede à companhia que reveja e reforce a segurança de todos os da cidade. O anúncio do arranjo deste espaço com fundos da {Edusi} gera polémica entre o PP e o PSOE

B. C. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
14/06/2018

 

Endesa descarta que o transformador do parque do Pai Eugenio (a Vinha), onde se {electrocutó} um menor de 13 anos no passado 4 de Junho, se transfira a outro lugar como têm solicitado os vizinhos/moradores do ambiente. Fontes da companhia recordaram ontem que esta instalação obteve a autorização em seu dia para localizar-se neste lugar, o mais idóneo para abastecer aos vizinhos/moradores da zona (em média este tipo de centros emprestam serviço a entre 600 e 1.000 clientes), e que não só/sozinho cumpre com todas as medidas de segurança, mas neste caso concreto se reforçaram depois de/após que se {registraran} vários atos vandálicos, pelo que para além de ralo dispunha duma chapa {antivandálica}.

A companhia quis lançar uma mensagem de «tranquilidade» à cidadania porque --enfatizou-- trata-se de instalações «seguras» e de difícil acesso, que se revêem periodicamente e que em muitos casos se submetem a mais controlos dos estabelecidos, pois se inspecionam em casos de incidências e avisos dos vizinhos/moradores e dos próprios trabalhadores municipais. As mesmas fontes explicaram que estão colaborando com a Polícia Nacional, que investiga as circunstâncias nas que se produziu o acontecimento, e que também mantêm diálogo constante com a Câmara Municipal De Badajoz após o sucedido.

O presidente da Câmara Municipal Francisco Javier Fragoso assinalou ontem que pediu a Endesa que reveja e reforce a segurança em todos os transformadores da cidade pois, no seu entender, o problema não é a localização destas instalações, que também existem noutros parques e espaços públicos. Também avançou que se manterá a situada no parque da Vinha quando este se arranje. Se fará dentro de os fundos da Estratégia de Desenvolvimento Urbano Sostenible e Integrado ({Edusi}), dotada com 18 milhões de euros (15 procedentes de Europa e outros 3 locais). O processo neste espaço, que Fragoso não precisou com detalhe porque nestes momentos se está desenhando, seguirá/continuará «os mesmos padrões» doutras remodelações acometidas nos últimos meses como a da praça/vaga Diego de Badajoz, no bairro de São Fernando.

O anúncio de que o arranjo deste parque se incluirá na {Edusi} gerou um cruzamento de acusações entre o PP e o PSOE. O porta-voz municipal socialista, Ricardo Cabezas, que compareceu ontem junto à vereadora de seu grupo {Rita} Ortega, acusou ao presidente da Câmara Municipal «mentir» ao dizer que o arranjo deste espaço estava incluído nestes fundos europeus. «Não estava previsto em nenhuma das três fases de intervenção e tudo vem motivado por este acidente», assegurou o porta-voz socialista, quem afirmou que em nenhuma das reuniões de controlo e seguimento da {Edusi} se tem posto sobre/em relação a a mesa esta atuação.

Cabezas reclamou a Fragoso que explique porque é que «tem ignorado» este parque durante 12 anos e é justo agora quando anuncia sua renovação. «É lamentável que tenha tido que passar isto para que reaja o PP», enfatizou.

O presidente da Câmara Municipal, por seu lado, negou que tivesse mentido em relação a que o arranjo do parque do Pai Eugenio estivesse incluído na {Edusi} e reconheceu que lhe «dói muito» que o PSOE trate de transmitir que «a desgraça tem algo que ver com a situação na qual está o parque», o que considerou uma «{bajeza} moral» e uma maneira de tentar tirar «vantagem política».

O presidente da Câmara Municipal explicou que desde há três anos se está a trabalhar em atuações no ambiente dos bairros que coneta o parque do Pai Eugenio —{Gurugú}, a Uva e o progresso— através de um projeto denominado Via Norte, que se apresentou a um fundo europeu que finalmente não se conseguiu, e que comprometeu-se com representantes da Associação Participação Avançando —que engloba a coletivos, professores, sanitários e outros agentes desta zona— a recuperar parte destas intervenções na {Edusi} «se encaixavam». Em Março passado, segundo Fragoso, na última reunião com este coletivo pôs-se sobre/em relação a a mesa a renovação do parque da Vinha, e o 22 desse mesmo mês a associação lhes remeteu um documento que recolhe/expressa, entre outras, o arranjo deste espaço como uma das propostas para incluir-se na estratégia europeia. Se até agora não se tinha anunciado o processo é, segundo o presidente da Câmara Municipal, porque tinha que valorizar em que eixo ia a enquadrar e sua quantia. «De facto, até agora só/sozinho temos anunciado projetos por cinco milhões dos 18 que há», disse.

DECLARAÇÕES DE ÁVILA / Sobre/em relação a as declarações do vereador de Meio ambiente, Antonio Ávila, que recolheu este meio faz tão somente uns dias sobre/em relação a que não tinha prevista nenhuma atuação neste parque porque custou 600.000 euros em 2006, se investiram vários milhares mais posteriormente para reparar os estragos por atos vandálicos e se mantinha a decisão de não seguir/continuar destinando dinheiro a este espaço, Fragoso justificou que fê-lo «porque não é um projeto no qual esteja trabalhando Parques e Jardins».

Os esclarecimentos de Fragoso não convencem ao PSOE, cujo porta-voz recriminou a Fragoso que a «{bajeza} política é mentir» e {reprobó} que não soubesse «reconhecer seus erros e pedir perdão».

Também compareceu ontem para falar do parque de La Viña o vereador de Podemos Fernando de las Heras, que coincidiu com Cabezas e Ortega em que o parque do Pai Eugenio e os bairros de seu ambiente não são «uma prioridade» para a Câmara Municipal e reclamaram a necessidade de investimentos e de vigilância, pois «são os menos» os que cometem atos vandálicos e os meninos os que sofrem o «abandono» da equipa de governo e não contam com lugares «seguros» para jogar.

Sobre/em relação a estas últimas acusações, o presidente da Câmara Municipal replicou que os investimentos se repartem no conjunto/clube da cidade e que se nestes dez anos se tivesse seguido/continuado gastando dinheiro no parque da Vinha não se tivessem podido ser feito atuações como a da praça/vaga Diego de Badajoz ou o primeiro parque de São Roque. Quanto à vigilância, recordou que neste espaço se produziram atos vandálicos em plena noite, chegando a cortar/fechar postes de iluminação com {radiales}, e perguntou à oposição/concurso público se o que reclamam é uma vigilância de 24 horas. «O 90% dos parques de Badajoz os cuida o acordo/compromisso cidadão», afirmou.

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