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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Emotivo encontro com suas famílias de 170 militares que voltam de Letónia

O chefe da brigada, geral {Dacoba}, destaca o êxito da missão «da que somos pioneiros». Daniel conhece a seu regresso a seu filho Hugo, nascido faz 10 dias, e Alejandro a {Zeus}, de dois meses

F. LEÓN
11/01/2018

 

Estoy muito bem, muito, muito contente/satisfeito, e agora tenho que ir-me», manifestou Alejandro com lágrimas nos olhos enquanto abraçava a sua esposa, Ana María, e a seu filho {Zeus}, a quem acabava de conhecer pois tem nascido em sua ausência, faz dois meses. Alejandro voltava de sua oitava missão no exterior, mas para sua esposa era a primeira, explicou. «Não conhece ainda pessoalmente ao menino, mas o viu nascer por videoconferência», assinalou muito comovida. Também Daniel conheceu a seu filho, de 10 dias, ao regresso de sua quarta missão, a quem abraçava junto a sua mulher.

Agustín aguardava com uma bandeira a seu filho, com o nome escrito/documento e a mensagem «Ismael, te queremos». Esperava vê-lo pela saída de passageiros do Aeroporto de Badajoz, contendo a emoção: «Foi com 20 anos e volta com 21; ele esteve muito bem, diz que é uma grande experiência, mas é muito jovem e era a primeira vez que saía; para nós foi muito tempo», explicou o pai, expectante.

São alguns exemplos da fábrica de emoções em que tornou-se o aeroporto de Badajoz por ocasião da chegada e reencontro com suas famílias dos primeiros 170 militares que participaram na missão Presença Avançada Reforçada da NATO em Letónia. Era o primeiro dos dois voos previstos no substituição da Brigada Extremadura XI. Os esperavam a delegada do Governo, Cristina Herrera, e o chefe da {Brimz} XI, Francisco José Dacoba, que deixará seu posto, por reforma, o dia que chega o segundo grupo outros 130 militares, explicou.

Em torno de umas 500 pessoas -pais, filhos, maridos, esposas, mães e outros familiares- foram a receber/acolher aos militares que foram ao país báltico o 9 de Junho --alguns desde Abril para organizar a missão--, com gritos, palmas e cartazes -«7 meses, 215 dias, 6.960 horas, A espera tem merecido a pena. Bem-vindos a Casa», rezava a de um menino.

Dacoba destacou o êxito da missão, «que foi mais prolongada porque fomos pioneiros ao pô-la em marcha», sem incidentes, e que voltam todos.

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