Menú

El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

«Em Badajoz me têm salvo a vida»

Uma insuficiência {hepática} aguda obrigou ao bilbaíno Iván Couso a submeter-se a um transplante de figado no Hospital Universitário. «Estarei agradecido sempre»

ALBERTO ARANDA
22/04/2019

 

Iván Couso nasceu em Bilbao em 1985. É um apaixonado do futebol, e o futebol foi o que o trouxe a Extremadura, mais nomeadamente a Jerez de los Caballeros, em 2007. {Echó} raízes ali, onde conheceu à que seria sua mulher. Quando chegou à região se deu conta «do tesouro que tem esta terra e de que as pessoas que não a conhece não sabe o que se está perdendo, não só/sozinho por sua natureza, se não pelos grandes profissionais que trabalham aqui».

Em meados do passado Fevereiro, Iván começou a sentir-se mais cansado do normal/simples, algo não muito habitual num homem de 33 anos, desportista e com boa saúde. Nem o tabaco nem o álcool tinham estado presentes em sua vida e sua alimentação era saudável. Seu casal/par se fixou em que tinha um estranho cor «como mais {amarillento}». O 17 de Fevereiro, Iván decidiu fazer-se um revisão para ver qual era a causa de seu fatiga e de seu tom de pele. Nos primeiros resultados, os médicos lhe disseram que tinha as {transaminasas} pelas nuvens e que o iam a derivar ao Hospital Universitário de Badajoz. Na capital de Badajoz se voltou a submeter a grande número de provas, que revelaram não era nada promissor. Iván tinha, para além das {transaminasas} altas, uns níveis de {bilirrubina} exagerados. Os médicos lhe explicaram que estava sofrendo uma insuficiência {hepática} aguda, mesmo lhe comentaram que lhes «surpreendia verme de pé e consciente». Automaticamente Iván foi ingressado e começou a submeter-se a tratamento. Primeiro com corticoides, depois com diálise {hepática}, o que lhe provoca uma trombose {inguinal}, mas nada surtiu efeito. «Meu corpo começou a rejeitar meu próprio figado», comenta.

O órgão apenas lhe funcionava, provocando-lhe uma {encefalopatía} {hepática}, pois seu figado não conseguia eliminar as toxinas da sangue. Iván passou a Código Zero, um programa no qual se incluem órgãos vitalistas/vitais como coração e figado, para pessoas que necessitam um transplante urgentemente, sem necessidade de lista de espera. No passado 3 de Março se lhe realizou a operação de forma bem-sucedida e sem incidentes.

Durante o processo, o hospital lhe ofereceu a possibilidade de ir-se a Bilbao para ser tratado ali. Ele o rejeitou. «¿De que me servia ir-me a Bilbao quando em Badajoz me estavam tratando muito bem? As pessoas não conhece bem Extremadura, mas eu jamais poderei esquecer que me têm salvo a vida em Badajoz. O agradecimento que lhe tenho a estas pessoas não o poderei expressar jamais».

Iván tem que seguir/continuar indo a consulta para ver como avança sua recuperação. Ali encontra-se com os profissionais que lhe têm salvo. «{Confié} neles no momento mais delicado de minha vida e mira como me o têm recompensado. Não me parece justo que só/sozinho se fale de negligências, salvam vidas diariamente. Acredito/acho que o correto é contar também as coisas boas que passam na saúde», diz.

As notícias mais...