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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

O {economato} social tem em lista de espera a mais de um centena de famílias

Atualmente atende a 98, das que 23 contam com membros com alguma intolerância alimentar. Carece de ajudas estáveis. «Sempre estamos prestes a afundar-nos», reconhece seu responsável

B. C. badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
07/01/2019

 

Son mais as famílias que há em lista de espera que às que pode atender. O {economato} social de Badajoz tem pendente dar resposta a mais de um centena de pedidos/solicitações e nestes momentos conta com 98 famílias beneficiárias, 23 delas com membros com alguma intolerância alimentar. «Nunca temos podido superar as cem famílias porque não temos tido suficientes recursos, se não chega, não podemos fazer-nos cargo», lamenta Mercedes Arias, responsável deste projeto que funciona desde Outubro de 2013.

Embora o panorama económica em geral parece ter melhorado em relação aos anos mais duros da crise, no {economato} não têm percebido/recebido uma descida de usuários. «A nós chegam famílias que sofrem pobreza moderada e a sua situação não é muito melhor». Atualmente é uma das épocas na qual se está emprestando ajuda a mais famílias, o que é possível graças a que a Cáritas de la Concepción-San Andrés financia o 25% da despesa das famílias que deriva, com o que o {economato} só/sozinho tem que assumir outro 25% (e não o 50% como no resto dos casos), possibilitando assim alargar o número de beneficiários.

Também se procuram outro tipo de fórmulas para poder/conseguir dar cobertura embora seja a uma família mais. É o caso do dado que tem instalado o {economato} no Mercado Natalício, com o objetivo de reunir os quase mil euros que se necessitam para que um novo solicitante possa beneficiar deste serviço.

A norma geral é que o possam fazer durante um só/sozinho ano, para que possam aceder outras famílias «e ajudar assim ao maior número de pessoas possível». Embora há uma exceção, esse prazo limite não existe para as que têm membros com alguma intolerância alimentar pois, como explica a responsável do {economato}, são a única entidade que atende a estas pessoas com necessidades especiais de alimentação.

A única ajuda estável que recebe o {economato} social é um subsídio nominativa anual de 4.000 euros por parte de Câmara Municipal De Badajoz. O resto de fundos os obtêm concorrendo às diferentes convocatórias para projetos sociais de instituições públicas e privadas. Tudo esse dinheiro se destina à compra de alimentos com os que encher as estantes, enquanto o aluguer da nave do polígono industrial O {Nevero} que ocupam se financiam com as contribuições dos sócios, que pagam cotas de 5 euros (para colaborar só/sozinho temos de chamar ao telefone 606 140 887).

Também contam com doações pontuais de empresas, como uma de 3.000 euros que acabam de receber/acolher do Grupo {Preving}, que investirão na compra de {pañales} (um dos produtos mais caro dos que se vende no {economato}). A intenção é que este artigo de primeira necessidade, que teria um custo para os usuários de 8 euros, se possa adquirir a «1 ou 2 euros como muito». Além disso obtêm rendimentos através de seu centro especial de emprego, com três pessoas já {insertadas} no parking da Fundação Dolores Bas, uma delas mediante um subsídio de {Ibercaja}.

«Desde que começou o projeto sempre estivemos prestes a afundar-nos», reconhece Mercedes Arias, quem afirma que estão abertos a qualquer tipo de ajuda, não só/sozinho monetária, também «de ideias» para poder/conseguir seguir/continuar sustentando o {economato} e alargar o número de famílias beneficiárias.

Agora o {economato} social abre uma vez à semana (às quintas-feiras à tarde), mas a intenção é que o faça dois dias para poder/conseguir oferecer uma atenção «digna» aos usuários, que têm que esperar longas caudas ao ir todos ao mesmo tempo.

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