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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

Denunciam o abandono da fonte e o forte da {Picuriña}

A Cívica reclama à Câmara Municipal sua recuperação e posta em uso

A. M. R. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
12/09/2017

 

La Associação Cívica Cidade de Badajoz transferiu à Câmara Municipal seu queixa pelo estado de abandono do forte e da fonte de La Picuriña, dois elementos de muito diferente valor patrimonial situados num mesmo ambiente e mergulhados no deterioração.

La Cívica lamenta que em ambos casos se tenham realizado grafítis que não se têm limpado, pelo que supõem de «efeito chamada» entre os jovens e pede à Câmara Municipal que intervenha. Nas imediações encontra-se o instituto/liceu de São Roque.

La fonte tem um grande valor simbólico para o ambiente e a Cívica propõe que se ponha em funcionamento e se ilumine com {leds}.

O Forte de La Picuriña começou a construir-se em 1705 e era um dos cinco fortes exteriores com os que contava Badajoz, para além do de São Cristóbal, o de {Pardaleras}, o situado face aos baluartes da Trinidad e Santa María, o {Revellín} de São Roque e o de La {Luneta}.

La Cívica compara fisicamente o forte de La Picuriña com o de São Roque, reabilitado e {reconvertido} em albergue e centro de associações, e propõe uma recuperação semelhante a a realizada pela Confederação Hidrográfica do Guadiana (CHG) com o Hornaveque do Ponte/feriado de Palmas, que também estava mergulhado no esqueço. Este coletivo propõe reutilizar suas estadias interiores como centro cultural ou sala de exposições.

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