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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

O curso escolar começa com centros em obras ou à espera de melhorias

Cerro de Reyes, Los Ángeles e Os {Glacis} não voltaram a saber nada de seus projetos previstos. O São José de Calasanz e o Juventude seguem/continuam pendentes de resolver trâmites administrativos

A. M. ROMASANTA
11/09/2017

 

A diretora da escola público {Leopoldo} Pastor Situado, Elena Rodríguez, não podia evitar mostrar na semana passada sua preocupação por que as obras que se estão acometendo no centro desde o 1 de Julho não estejam terminadas para a próxima quarta-feira, data de começo do curso. Na quinta-feira passado, os {aparejadores} lhe asseguraram que os trabalhos terão terminado, apesar de que no pátio continuavam as grades, os alvanéis ainda {trajinaban} no pátio e não se tinham retirado os contentores de escombros. Neste colégio se estiveram reparando e consolidando os pilares exteriores que caraterizam o prédio e que segundo sua diretora, se estavam «desmoronando». Além disso, o projeto contemplava solucionar a recolhida de água de chuva e pôr tradição de betão onde não existia acerado.

O {Leopoldo} Pastor Situado é um dos centros educativos de Badalos onde a Conselheria de Educação tinha anunciado que acometeria obras este verão. Para outros, o prazo previsto é até finais de ano e o curso começa sem que os processos tenham começado. É o caso da escola Os {Glacis}, onde a conselheria tinha previsto reformar a cozinha e o sala de jantar para adaptar-se à regulamento para além de redistribuir os espaços para aumentar a biblioteca. A princípios de Agosto assegurou que a obra estava prestes a contratar-se, mas o diretor, Francisco Mora, assegura que este verão «não passou ninguém por aqui». O diretor entende que já se terá que deixar para Natal, para não entorpecer as classes, pois calcula que sua execução requer de 15 a 20 dias. Também estão à espera de que a Câmara Municipal alargue a passeio/calçada na entrada.

A situação da escola Juventude é mais desesperante. Não aparece no lista de colégios nos que a Junta ia a acometer melhorias até final de ano, mas neste centro levam muito tempo esperando que se resolvam os trâmites administrativos, segundo conta sua diretora, Ana Cáceres, para que se substitua o chão da primeira planta, que se encontra em muito más condições porque é o originalíssimo do prédio, bem como se arranje o pátio de Infantil, agora de areia, onde se levanta pó quando faz bom tempo e se converte em lama se chove. Além disso temos de acondicionar os banhos para que sejam adaptados e canalizar a água dos casa de banho a um pátio. Também há {bajantes} que provocam humidade na rés-do-chão e os {soportes} dos lavabos estão {oxidados}. Segundo a diretora, esta obra está orçamentada desde há 2 anos. «Vêm a medir, mas não fazem nada», se lamenta. Confiavam em que este verão começasse e recolheram tudo para facilitar os trabalhos, «mas chegámos e não há nada».

Na escola São José de Calasanz, a conselheria tem substituído este verão o depósito de combustível, como anunciou, mas seguem/continuam à espera da construção de um ginásio. «Levamos 25 anos pendentes», se queixa o diretor, Domingo {Almeida}, quem assinala que este o única colégio da cidade que carece de ginásio. O problema é também de trâmites entre a Câmara Municipal e a Junta pois o projeto está terminado, pendente da licença de obras. Desta atuação depende além disso o pátio de Infantil. Segundo o diretor, este projeto está orçamentado desde o 2008. Na escola Cerro de Reyes seguem/continuam esperando que se derrube o {edifico} abandonado e se substituam as salas de aula pré-fabricadas de Infantil. «Por enquanto não há absolutamente nada», reconhece seu diretor, Raúl Hernández, que não acaba de acreditar/achar-se que comece o novo curso e a situação seja a mesma que faz 5 anos. Como também não sabem nada das obras de melhoria no centro de educação especial Los Ángeles, segundo sua diretora, Sonia Valenzuela.

Na escola Luis de Morales sim se fizeram as obras este verão para instalar um elevador, do qual somente falta a maquinaria, como também têm concluído no instituto/liceu Rodríguez Moñino, onde se tem reformado o ginásio e alargado a porta de saída ao pátio. Não começou no entanto a do instituto/liceu Bioclimático. A conselheria anunciou em Agosto que estava em processo de contratação reparar a coberta plana, derrubar um alpendre e substituir o sistema de impermeabilização da coberta e os alpendres, bem como cercar uma pista desportiva. No instituto/liceu São José, onde estava previsto reparar o falso teto e umas goteiras, não tem terminado a obra por problemas do próprio centro, pois tinha que desalojar umas salas de aula, embora sim se tem adaptado um asseio.

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