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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

Cuidados paliativos pediátricos atende a cem pacientes desde/a partir de sua abertura

A unidade é de referência regional e dá serviço tanto/golo no hospital como com visitas a domicílio. Dá cobertura a pacientes crónicos e oncológicos. O SES não prevê criar uma Unidade do Dor Infantil

F. LEÓN badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
15/03/2020

 

El complexo hospitaleiro Universitário de Badajoz carece de Unidade do Dor Infantil e o Servicio Extremeño de Salud (SES) não tem prevista sua criação, porque atende as necessidades deste tipo de pacientes através da Unidade de Cuidados Paliativos Pediátricos, que cumpre um ano.

Cuidados Paliativos Pediátricos ({UCPP}) funciona como unidade de referência regional e presta atenção a todos os pacientes da Comunidade Autónoma que o necessitam numa planta do Hospital Materno Infantil de Badajoz, onde se localiza desde/a partir de sua criação, em Abril do ano passado,

Neste tempo, a unidade tem emprestado «assistência a mais de um centenar de pacientes procedentes de todas as áreas de saúde da Comunidade Autónoma da Extremadura», segundo dados facilitados pela Conselheria de Saúde e de Serviços Sociais da Junta de Extremadura.

Também, Cuidados Paliativos Pediátricos trabalha desde/a partir de sua abertura de maneira combina com outras unidades do complexo hospitaleiro, como som as de Oncologia, de Cuidados Paliativos geral e da do Dor, geral.

O trabalho da {UCPP} é «dar cobertura aos menores doentes crónicos, aos que têm doenças oncológicas e aos de Dor», explica o SES. É por isso que «não se tem previsto criar esta unidade --Infantil Da Dor--, já que a {UCPP} trabalha de maneira combina com outros serviços médicos e se dá cobertura a todos os pacientes que o necessitam».

A EQUIPA / Os profissionais sanitários que conformam a equipa da {UCPP} está composto por um médico pediatra, um enfermeiro e um psicólogo, «que atendem aos pacientes tanto/golo no hospital como com visitas a domicílio», segundo manifestou a Conselheria de Saúde.

Os dados antes indicados se referem ao período de tempo que leva em funcionamento a unidade, desde/a partir de Abril do ano 2019, com o que cumprirá seu primeiro ano de vida o mês próximo, motivo pelo qual não se podem manejar cifras comparativas com as de anos anteriores e sobre/em relação a a evolução quanto à atenção de pacientes deste serviço.

Também, um estudo realizado por uma equipa de investigação da Sociedade Espanhola do Dor em oito hospitais, para avaliar os procedimentos e recursos disponíveis, tem concluído que o 75% dos pacientes apresentam dor crónica e o 88% de tipo não oncológico.

As dores que mais tratam-se nas unidades do Dor som {musculoesquelético}, {neuropático} e {espasticidad}.

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