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El Periódico Extremadura | Domingo, 24 de junho de 2018

Cruz Roja {visibiliza} o acosso escolar

A {oenegé} organiza uma corrida/curso com a que reunir fundos para ensinar a denunciar o {bullying}

A. M. ROMASANTA
11/06/2018

 

O calendário de corridas/cursos populares que se celebram nesta cidade está quase saturado. Ao objetivo de promover o atletismo e os hábitos saudáveis, muitas somam outras pretensões, que costumam ser a de dar visibilidade a uma causa ou a um coletivo. Ontem Cruz Roja Juventud organizou uma corrida/curso no parque do rio com uma aspiração louvável: arrecadar fundos que permitam realizar ações de consciencialização na rua para que as vítimas de acosso denunciem sua situação e não se mantenham no silêncio.

A corrida/curso encheu de atividade o parque da margem direita desde primeira hora da manhã. Se apontaram mais de 360 participantes entre as diferentes categorias e além disso Cruz Roja organizou oficinas para os meninos e jogos em torno do acosso escolar e o reforço da autoestima.

María del Carmen Gonzaga, responsável provincial a Cruz Vermelha Juventud, explicou que no Projeto de Prevenção de Condutas Violentas (financiado pela Junta de Extremadura) abordam o acosso escolar com conversas a alunos e intervêm quando se deteta algum caso. No passado ano participaram 1.127 jovens em atividades sobre/em relação a {bulling}. Também tratam outras temáticas como {adiciones} ou racismo e xenofobia. «Mas vimos que não é suficiente com fazê-lo só/sozinho dentro dos centros educativos, tinha que tirá-lo à rua e implicar a toda a população extremenha, porque não só/sozinho depende das escolas e dos alunos, mas da sua família e seu ambiente e não só/sozinho se produz nas salas de aula, também fora», explicou. Daí que surgisse a ideia de organizar uma corrida/curso na qual unir saúde e desporto com uma atividade de sensibilização «para chegar a as pessoas».

Com o arrecadado se formará a grupos de voluntários para realizar mediação e atividades de rua e intervir com famílias. Querem dar assim a voz aos que sofrem acosso, que saibam que podem falar e manifestar o que sentem. «Temos que normalizá-lo», enfatizou esta responsável. Para a corrida/curso de ontem, Cruz Roja pôs-se em contacto com todos os centros educativos de Badajoz e alguns, como o Bárbara de {Braganza}, se implicaram com a iniciativa.

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