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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Os bairros ao norte das vias do comboio pedem o arranjo do parque de La Viña

Consideram que «por 20 vândalos não se pode castigar a 7.500 vizinhos/moradores que vivem na zona». A Câmara Municipal diz que custou 600.000 euros, o têm destroçado duas vezes e não o arranjará mais

F. LEÓN lcb@elperiodico.com BADAJOZ
08/06/2018

 

Los bairros situados ao norte das vias do comboio, agrupados na plataforma Avançando, denunciam «o estado de abandono e desleixo» do parque de La Viña, e reclamam à Câmara Municipal que o limpe, {desbroce} e recupere. Este parque é uma zona de lazer e expansão do {Gurugú}, Santa {Engracia}, O Progresso, para além de {Colorines}-A {Luneta}. Segundo Julio Rodríguez, vogal de Avançando, na atualidade, o parque «está intransitável, deteriorado e apresenta um grave risco de incêndio pela acumulação de pastos que chegam à cintura».

Los coletivos da zona se queixam de que apenas há papeleiras, há postes de iluminação e bancos touros, caminhos «que se supõem que são acessíveis para pessoas em cadeiras de rodas e com carrinhos de compras de bebé que terminam numa rocha».

Ontem já aparecia a tenda de alta tensão de Endesa com uma grade sobre/em relação a o fecho do dia anterior. Embora os vizinhos/moradores desvinculam o estado do parque da eletrocussão de um menino de 13 anos, que ontem permanecia ingressado no hospital madrileno de La Paz, se reclamam «um guarda, porque o retiraram ao pouco/bocado de abrir o parque e daria segurança».

«Que tenha 10. 15 ou 20 vândalos que é verdade que têm destroçado o parque, não arranjá-lo supõe dar-lhes a razão, mandar-los a mensagem de que eles impõem a lei, e por culpa deles não se pode castigar a 7.500 vizinhos/moradores que vivemos na zona; temos de arranjá-lo e pôr um guarda».

Los vizinhos/moradores se queixam de que não se cuidam as plantas, nem se podam os árvores, nem se limpa nem {desbroza} o parque, que o mobiliário está quebrado e que o mesmo acontece no parque de A Rã e no chamado Praça/vaga de O Progresso. Pedem que se recuperem, e se limpem os terrenos abandonados.

Este diário/jornal tentou contrastar estas denúncias e procuras com a câmara municipal, mas seu gabinete de comunicação remeteu às declarações efetuadas no dia anterior pelo {conejal} de Ambiente, nas que assinalou que o parque custou 600.000 euros, que o destroçaram, se arranjou com um custo de 20.000 euros, voltaram a destroçá-lo e que não se voltará a arranjar.

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