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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

A Associação de Vizinhos/moradores do Centro Histórico acredita que não sobram festas

Defende que se mantenham todas «dentro de um ordem/disposição» e vigiando que se cumpra o regulamento. O PSOE denúncia o «quietismo» do PP neste assunto e urge que se convoque a Mesa do Ruído

A. M. ROMASANTA lcb@elperiodico.com BADAJOZ
12/09/2017

 

La visão não é unânime entre os representantes dos residentes no Centro Histórico sobre/em relação a a coincidência de todas as festas que se celebram na cidade neste ambiente. Enquanto há coletivos que têm levantado sua voz para que as celebrações que não estão enraizadas se transfiram a outras zonas de Badajoz, o presidente da Associação de Vizinhos/moradores do Centro Histórico, José María Soriano, mostrou-se ontem taxativo na hora de defender «que se mantenham» todas no centro histórico, isso sim, «dentro de um ordem/disposição».

A Soriano lhe parece «uma saída de banco» que tenha quem proponha que se transfiram algumas festas a outros ambientes. Concretamente, o presidente do coletivo de vizinhos assinalou que Ao-{Mossassa} se tem que festejar no Centro Histórico porque relembra a fundação da cidade e não se pode representar noutro bairro. «São dois dias, também não está todo o ano», afirmou. «Sempre que se façam as coisas bem, cumprindo o regulamento, se podem fazer com normalidade, não se pode ser tão intransigente». Relativamente a outros encontros, como a Feria da Tampa/petisco, apontou que outros bairros como Antonio Domínguez também organizam a sua própria, ou os Carnavais, que se celebram além disso em Santa Marina, não somente no Centro Histórico, ou Os {Palomos}, uma festa que deu a conhecer a cidade em todo o território nacional e que embora se iniciou na praça/vaga Alta, se tem afastado do centro histórico ao mudar-se aos arredores de Porta de Palmas «e somente é um dia», insiste no argumento.

Isso sim, como o resto de coletivos que têm levantado sua voz contra os geradores de ruídos e reclamam soluções, a Associação de Vizinhos/moradores do Centro Histórico defende que a solução no conflito pelo ruído, no qual estão em jogo o direito dos hoteleiros a fazer negócio e o dos residentes a descansar, está no cumprimento das normas e que tenha vigilância por parte da Câmara Municipal. Soriano assinalou que a postura de sua associação «é procurar a harmonia entre as duas partes».

Do problema do ruído no Centro Histórico também falou ontem o porta-voz municipal socialista, Ricardo Cabezas, quem acusou ao plantel/elenco de governo de pôr-se «de perfil» neste assunto, bem como criticou seu «quietismo» quando quer que os problemas se resolvam sós «ou se apodreçam». Cabezas assinalou que este assunto deveria manter-se à margem do debate político e procurar «da mão» soluções «duradouras» que satisfaçam a todas as partes implicadas durante muitos anos, para o qual a Câmara Municipal tem que convocar de maneira «imediata» a Mesa do Ruído. O porta-voz municipal expressou seu desejo de que a convocatória se produza «nas próximas horas» para começar a trabalhamos/trabalhámos pela cidade «com a máxima generosidade e consenso possibilismo».

Cabezas recordou que quem em seu dia concedeu as licenças para que os hoteleiros montassem seus negócios no Centro Histórico foi a Câmara Municipal governado pelo PP e não pode manter-se à margem no conflito com os vizinhos/moradores pelo ruído. «Perdemos muito tempo desde que este problema está e se poderia ter abordado desde o minuto um do início da legislatura, com todos os grupos políticos». O porta-voz socialista não apontou qual pode ser a solução porque «não tenho a varinha mágica», mas sim assinalou que as leis estão para cumpri-las. Quanto à coincidência de festas no Centro Histórico, Cabezas assinalou que teria que estudar as propostas.

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