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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 19 de junho de 2018

As obras da Casa de la Mujer e o Menor acabam após quase sete anos

Está previsto que as instalações abram e estejam emprestando serviço no primeiro semestre de 2018. O {Imex} conta com uma verba/partida de 300.000 {€} para o equipamento destas novas dependências

B. C. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
08/01/2018

 

Se anunciou pela primeira vez em 2009, mas as obras não começaram até ao 2011. Nessa altura a previsão era que estivesse funcionando no 2013, mas têm tido que passar outros quatro anos mais para que as obras da nova Casa de la Mujer e o Menor estejam concluídas. El Instituto de la Mujer de Extremadura ({Imex}) as {recepcionó} a finais do passado mês de Dezembro e a previsão é que abra durante o primeiro semestre deste ano, uma vez se tenham equipado as instalações, para o que há reservada uma verba/partida de 300.000 euros nos orçamentos autonómicos.

El contrato com a empresa à que se adjudicaram inicialmente os trabalhos se rescindiu depois de/após que não cumprisse com a prorrogação que se lhe deu para acabar as obras e uma União Temporal de Empresas ({UTE}) se fez cargo de sua finalização. O investimento foi de 2.475.000 euros (1.888.000 euros na primeira fase e 587.700, na segunda).

A nova Casa de la Mujer e o Menor se levantou numa parcela que em seu dia ocupou o Centro de Menores São Juan Bautista, numa esquina da avenida de Elvas com a avenida Federico Mayor Zaragoza, e conta com superfície total construída que supera os 2.300 metros quadrados. El prédio está formado por três módulos, conetados entre sim, mas com diferentes usos, nos que predomina a cor branco e destacam alguns elementos singulares como peças que sobressaem da fachada, envolventes metálicas ou revestimentos {translúcidos} de {policarbonato}, entre outros. Outra de suas principais características é sua luminosidade que conseguiu, para além de com o uso de materiais brancos, com os pátios e percursos/percorridos interiores.

El design das instalações responde aos serviços que se emprestarão: de residência, a zona de serviços e cultural. É que para além de acolher às mulheres vítimas de violência de género e a seus filhos, multiplicando o espaço e praças/vagas com o que se conta na atual Casa de la Mujer de María Auxiliadora, nestas instalações se oferecerão serviços de assistência {ambulatoria} com apoio psicológico, jurídico e aconselhamiento, bem como formação para as usuárias.

DISTRIBUIÇÃO/ El prédio urbanização dispõe de 14 quartos de emergência ou curta estadia --dois delas adaptadas e todas com banho próprio--, bem como com dois salas de estar e um pátio com acesso só/sozinho desde estas dependências. Enquanto, na área dedicada aos serviços se localizam a creche, o sala de jantar, a cozinha, armazéns, segurança, enfermaria e balneários. Se distribui em forma de Ou, com um pátio semi-abandonado com acesso desde o sala de jantar e a creche.

A parte mais «pública» do imóvel acolhe a sala de atos, os centros de formação (com quatro salas), o de documentação, bem como uma sala de exposições, a zona de assistências (com quatro gabinetes) e a área administrativa. Conforma de C, cria/acredite um espaço exterior a modo de pátio, que se une à praça/vaga de acesso à Casa de la Mujer.

Cada módulo conta com entrada independente desde a via pública: um pedonal de carácter público ao prédio cultural e dois para veículos, um público e outro privado junto ao prédio de serviços, com o fim de garantir a intimidade e segurança das usuárias.

Os espaços exteriores se deixaram preparados para jardins públicos, e zonas de passeio e um horto de carácter privado.

Junto à Casa de la Mujer, em Fevereiro de 2013, se iniciou a construção duma dezena de apartamentos destinados a mulheres vítimas da violência de género. Essas habitações se terminaram antes, mas na altura própria o Instituto de la Mujer de Extremadura já assinalou que estas habitações se poderiam utilizar/empregar quando se inaugurassem todas as instalações e se estivessem emprestando todos os serviços na nova localização.

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