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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

As agressões a médicos descem de 26 a 20 o último ano na província

Os ataques se dão mais às mulheres profissionais que aos homens. As incidências som mais frequentes em Atenção Primária e em Urgências

F. LEÓN lcb@elperiodico.com BADAJOZ
13/03/2020

 

El Observatorio Nacional contra las {Agresiones} en el ámbito sanitário, que coordena José Alberto Becerra, secretário do Colégio Oficial de Médicos de Badajoz, tem detetado uma redução de 26 a 20 casos de ataques a facultativos no passado ano na província, um 23% menos que o ano anterior. Se dão Mais em Atenção Primária e em Urgências que em hospitais, e mais a mulheres que a homens. Assim o indicam os dados facilitados por José Alberto Becerra, quem manifestou que «{sorprendentemente}, {venimos} estando à cabeça em incidência acumulada, que se refere ao número de incidências por cada mil árbitros. E me perguntam ¿mas batem mais aos médicos na Extremadura? E eu lhes digo: não, é que os médicos  denunciam mais».

El coordenador do Observatorio Nacional contra as Agressões no âmbito sanitário explicou que «o que tenha mais denúncias aqui se deve a que os profissionais se sentem apoiados por suas colégios, que trabalharam veemente na defesa dos árbitros».

Desde/a partir de seu ponto de vista, «nessa defesa que fazemos desde/a partir de o Observatorio Nacional contra as Agressões temos um ponto de inflexão, que conseguimos a consciencialização social e dos meios de tratar-se de um grave problema; conseguimos a modificação do artigo 550 do Código Penal, isso significa que baterle a um médico é baterle a uma autoridade e é um delito de atentado com penas de cadeia, entre 2 e 4 anos de prisão».

Becerra destacou nesse ponto de inflexão também «a Instrução 3/2017 de Cooperação, para o desenvolvimento de atividades das forças e corpos de segurança do Estado na prevenção deste tipo de agressões».

As agressões, «em números reais, se dão mais em Atenção Primária que em hospitais, porque é a porta de bilhete ao sistema, sem lista de espera e com muitíssimas mais consultas». Mas, acrescentou, «onde mais agressões há é nas portas de Urgências dos hospitais; não tenho que contar-te a pressão que estão suportando os médicos nestes momentos». E disse que «se falamos só/sozinho de números, poderia vender que houve uma descida significativo de agressões, mas não som só/sozinho cifras».

Também valorizou que os médicos têm o apoio da Administração, «porque a imagem do Observatorio Nacional, tem o seu e gerou uma lei de autoridade que nos defende, importante, e porque os médicos som seus empregados. Evidentemente, o conselheiro Pomares está preocupado por este tema; não pode permitir que batam a seus médicos, que agora som a ponta de defesa da situação que vive o país».

Além disso, Becerra assinalou que se fizeram muitas campanhas informativas para a cidadania e que «nosso mote é ‘Agressões a Médicos, tolerância zero’.

Esclareceu que «não queremos que ninguém vá à cadeia, mas não vamos a permitir que batam a nossos árbitros. Levaremos ao agressor perante o juiz». Mas também «ao administrador, gerente ou a quem corresponda, por uma coisa que se chama responsabilidade civil {in} vigiando, por não ter gerado os recursos suficientes e a formação para que esse profissional esteja formado em empatia, {asertividad}, capacidade e técnica de diálogo, para saber tratar ao paciente de maneira que evite que aconteça; alguma vez será inevitável».

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