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Amigos de Badajoz pede mudar o projeto do hotel na praça/vaga Alta

Assegura que a fachada prevista não se ajusta à proteção integral do edifício . Solicita um estudo {murario} «sério» e que não se abram vãos sem justificação histórica

 

Edifício da praça/vaga Alta que se converterá em hotel. - S. GARCÍA

B. CASTAÑO lcb@elperiodico.com BADAJOZ
21/07/2020

La Asociación Amigos de Badajoz ha presentado alegaciones al proyecto de actuación singular del hotel de la plaza {Alta}, que vai-se a localizar nas últimas construções que ficam por reabilitar neste ambiente. O coletivo assegura que acolheu este projeto com «entusiasmo» pelo que suporá para a recuperação e reabilitação do Centro Histórico, mas adverte que o processo prevista pelo arquiteto na fachada «não se ajusta» à proteção integral da que gozam os três imóveis de diferente tipologia que, segundo o coletivo, ocupará o novo hotel.

Amigos de Badajoz defende que se deve recuperar a fachada originalíssima que, no seu entender, não é a que prevê o projeto, pelo que pedem que se leve a cabo um estudo {murario} «sério» antes de intervir que demonstre que será assim. Neste sentido, assinalam que se modificam os vãos e que não deve permitir-se a abertura de outros novos se não existe justificação histórica.

Além disso, a associação afirma que o projeto não tem em conta a pintura da fachada, «que pode dar muitas surpresas», pois, segundo uma investigação do cronista José González, a casa de maior/velho altura teria servido como modelo para construir as Casas Vermelhas da praça/vaga Alta, a escassos metros. Esta referência a incluem num estudo «muito sério» sobre/em relação a a evolução histórica e com informação sobre/em relação a anteriores intervenções nestas construções, que têm entregue juntamente com as alegações.

Também questiona o coletivo que se modifique a açoteia, que tem dois águas e que no projeto do hotel só/sozinho é duma.

Também, considera que se deve realizar um estudo específico dos varandas voadas da primeira planta para verificar se som elementos acrescentados antes de modificar-los ou demolir-los; a investigação dos possíveis restos da sinagoga ou dependências associadas no extremo do imóvel próximo às ruas Norte e Encarnación; para além da recuperação da base da {pilastra} da rua {Moreno} {Zancudo}.

La associação assinala que o entusiasmo pelo projeto não pode fazer que se «esqueçam» as cautelas que devem guardar-se quando se atua num Bem de Interesse/juro Cultural ou seu ambiente. Segundo o coletivo, suas observações coincidem com a Direção Geral de Património, que tem solicitado que se justifique {arqueológicamente} a abertura de novos vãos.