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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

La abertura do columbário culmina a obra da ermida da Soledad

El arcebispo abençoou ontem a terceira planta, que conta com 1.417 {loculi}, disponíveis desde/a partir de hoy. Ya há contratados quinze e outra vintena de interessados estavam à espera de que abrisse

A. M. ROMASANTA lcb@elperiodico.com BADAJOZ
12/03/2020

 

Casi um século, nomeadamente 91 anos, tem tardado em culminar a obra da ermida da Virgem da Soledad de Badajoz, que acaba de concluir com a inauguração, ontem, da terceira e última planta, que se encontrava em bruto, na qual se tem habilitado/tesoureiro o columbário, onde previsivelmente hoy se depositarão já as primeiras cinzas de um defunto. As obras da ermida começaram em 1929 e em 1935 se inaugurou a capela principal onde está permanentemente a imagem da patroa/padroeira, que foi abençoada nessa altura pelo bispo José María Alcaraz e {Alenda}. Em 1986, mais de 50 anos depois, se inaugurou a capela superior, que é a réplica do trono de Luis II de Baviera, abençoada por Antonio Montero e até agora, no 2020, não se tem terminado, com a adequação da terceira planta, inaugurada pelo atual arcebispo, {Celso} {Morga}.

El columbário da Soledad dispõe de 1.417 {loculi}, com espaço para 3.224 urnas, pois os há individuais, matrimoniais e familiares (para quatro pessoas). Segundo contou ontem o irmão mais velho, José María Blanco, se cumpre assim uma procura reiterada dos fiéis da Soledad. Os interessados se podem pôr em contacto com a casa de irmandade, que está situada junto à ermida, telefonicamente ou por correio electrónico. Se contratam por 30 anos, que não começam a contar até ao momento em que chegam as cinzas, embora se tenha assinado muitos anos antes. Uma vez que decorra este prazo, a irmandade tentará contactar com todos os herdeiros e, se não fosse possível, ou não {quisieran} renovar o contrato, as cinzas nunca sairão da ermida, pois se depositarão num {cenizario} comum que se tem disposto neste mesmo espaço, detrás do altar. Os individuais custam 1.500 euros, os matrimoniais 2.800 e 5.200 os familiares (mais o IVA). Todos os dados figurarão num registo

As urnas som específicas, adaptadas ao espaço das gavetas deste columbário. Aqueles que os contratem têm que ir primeiro à ermida a recolher a urna, levá-la ao crematório e regressar com as cinzas. Se já foi incinerado e seus restos estão depositados noutro tipo de recipiente, estes se têm que transferir a esta nova urna para poder/conseguir-la depositar na gaveta de madeira. Cada urna tem em sua frontal gravada a imagem da patroa/padroeira e na gaveta figuram os dados dos defuntos em placas, que serão todas iguais.

No columbário não se permitirá colocar estampas nem flores, porque não há espaço, mas a irmandade compromete-se a mantê-lo «em perfeito estado, com seu enfeite floral permanente» e com mantos da imagem sempre expostos acompanhando aos defuntos. Agora estão colocados o que leva a Virgem o Quinta-feira Santa e o preto e {azabache} com o que {procesiona} de rigoroso luto o Sexta-feira Santo à noite. Os familiares poderão visitar a seus defuntos num horário estabelecido.

Ya há contratados quinze {loculi} e outra vintena estava à espera da inauguração para formalizá-los. Entre os assinados há falecidos, cujos restos começarão a chegar a partir de hoy, enquanto outros interessados o fizeram com um projeto de futuro. El número de {loculi} do columbário se pode alargar, pois o irmão mais velho assegura que tem tem capacidade para 10.000 defuntos. O investimento foi de 250.000 euros, financiada mediante um contrato com a empresa construtiva, que ficará com os rendimentos durante um período de tempo, a partir do qual serão para a irmandade.

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