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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

“Estou muito contente/satisfeito e até tenho posto quilos desde que estou aqui”


09/09/2017

 

Durante mais de dez anos viveu, com várias pessoas mais, nos antigos balneários do campo de futebol José Pache, junto ao cemitério de São Juan, onde tinha um quarto para ele. Em troca, se ocupavam da manutenção das instalações. O clube lhes facilitava a água e a luz. Mas depois o campo deixou de utilizar/empregar-se e a sua situação piorou. Já não tinha eletricidade e tinham que abastecer com garrafões de água. Além disso, os balneários começaram a {agrietarse} e temiam que algum dia se viessem abaixo com eles dentro.

É a história dum dos inquilinos do apartamento partilhado para homens do Instituto/liceu Municipal de Serviços Sociais ({IMSS}), em Villafranco do Guadiana. Este homem, de 66 anos e que prefere preservar sua identidade, solicitou uma habitação social, mas ao não ter cargas familiares não tinha opções, pelo que pôs-se em contacto com uma empregada social da Câmara Municipal. Lhe ofereceu esse recurso e aceitou. Convive com três homens mais nesta habitação desde o 23 de Fevereiro. «Estou muito contente/satisfeito e até tenho posto quilos desde que estou aqui», conta.

É pensionista e seus rendimentos apenas superam os 350 euros mensais. Com este dinheirão é impossível «nem alugar um quarto», lamenta. Nesta casa encontrou um «teto digno, tranquilidade e novos amigos».

Assegura que a convivência é «excelente», que se baseia no respeito e que se repartem as tarefas. No seu entender, este recurso é «a melhor solução» para as pessoas que se encontram em sua situação, pelo que não dúvida em pedir às administrações que apostem em este tipo de habitações partilhadas para dar resposta a aqueles que estão sós e não podem enfrentar as despesas duma casa

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