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Sono/sonho americano e casamento em quarentena

Luis Barragán não sabe se poderá voar a Espanha para celebrar seu casal em setembro

 

{Selfie} 8 Luis Barragán, na janela de seu domicílio em {Miami} {Beach}. - {EP}

RODRIGO MORÁN ALMENDRALEJO
08/05/2020

Luis Barragán vive seu particular sono/sonho americano. Faz seis anos se fartou das dificuldades laborais de Madrid e pegou as malas com destino a {Miami} {Beach}. Primeiro, de férias. E depois, para ficar. A seus 36 anos, este {almendralejense} encontrou estreitamente de supervisor e coordenador de um bloco de apartamentos e agora está mais que estabelecido no coração de A Florida. Tem conseguido criar uma família e conta com o apoio de seus sogros, que vivem perto de sua zona e que foram os que lhe abriram o caminho para esta aventura. «Se vieram um ano antes a provar e lhes foi bem. Nos disseram que fôssemos de férias e que se não nos gostava, que {regresáramos} a Espanha. Mas {encontramos} estreitamente e já levamos seis anos».

Luis Barragán e os seus som felizes, mas queriam dar esse passo mais de celebrar um casamento junto aos seus em Almendralejo. Setembro era a data escolhida, mas essa casamento está agora mais que nunca em quarentena. «Por enquanto não tenho cancelado o voo, mas nos preocupa o tema das fronteiras, que parece que podem estar fechadas até Outubro. De todos modos isto vai mudando dia-a-dia, por isso toca esperar».

O sono/sonho americano se lhe tem tornado numa incerteza asfixiante. «Desde que começou a {pandemi}, levo todos os dias pensando que se poderemos ou se não. Estou tentando estar à margem das notícias estes dias para poder/conseguir estar pensando em algo diferente», confessa.

Mas não só/sozinho seu casamento está em quarentena, mas também uma de suas grandes ilusões, como era correr o {Rally} da Vindima em seu 50 edição. Tinha planificado a viagem para ir uma semana antes e pilotar junto a seu irmão José Carlos. «Também não sabemos se se organizará ou não. A verdade é que o quero correr, mas não gostaria que essa 50 edição se ficasse a médias por tudo o que está passando e que tenha troços onde só/sozinho estejam a metade dos de sempre. Seria uma pena».

A pandemia do {covid}-19, até à data, não está açoitando com força a A Florida, apesar de que Estados Unidos é o país com mais mortes e contágios do mundo. «Nossa vida não mudou muito. Aqui não nos têm confinado e podemos sair à rua desde/a partir de sempre. Sim aconselham luvas e na zona da praia é obrigatória a máscara, mas não há tantas restrições como em Espanha». Barragán lamenta muito tudo o que está acontecendo, «sobretudo como estão morrendo tantos velhotes, essas pessoas que tanto/golo lutaram por tirar-nos adiante. Me dá uma pena muito grande».

Luis é feliz em {Miami}, mas reconhece que seu sono/sonho americano não será para toda a vida. «Algum dia, {volveré} a Espanha para ficar-me».