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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

«Sempre que meu trabalho me o permita, viverei nesta cidade»

RODRIGO CABEZAS epalmendralejo@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
11/08/2017

 

Vitória Cortés Rama (Almendralejo, 1996) é a jovem que representará à cidade como reina das Festas da Piedade e Feria da Vindima durante os próximos dias. Na próxima segunda-feira 14 será proclamada e coroada perante seus vizinhos/moradores no ato central que se celebrará no {atrio} da Piedade, precisamente, um dos enclaves preferidos de Vitória em Almendralejo. O seu pai é Juan Cortés, muito conhecido no ambiente desportivo por ter sido durante muitos anos o primeiro treinador do Extremadura Feminino. Tem uma irmã de 14 anos, Luzia, e seu desejo é trabalhamos/trabalhámos como matrona. Por isso estuda desde há três anos Enfermagem em Cáceres pela Universidad de Extremadura. Vitória Cortés representa ao bairro de São José. Se apresentou ao concurso quase por acaso, embora agora se alegra de isso.

--Chegam dias especiais para a reina das festas.

--Sem dúvida. Estou muito contenta e iludido de poder/conseguir representar a minha cidade desde esta posição. É um orgulho para qualquer jovem que se sente muito de Almendralejo como me acontece a mim.

--Lhe convenceu uma amiga.

--Sim, foi tudo quase de casualidade. O ano passado, uma boa amiga minha esteve representando ao bairro de São José como dama das festas. Um dia me comentou que eu poderia ser uma boa candidata. Me comeu a cabeça e me convenceu, por isso me fui à associação de São José e me {entrevisté} com a direção. Rapidamente me atribuíram ser reina e depois já tem vindo tudo o resto.

--¿Como está a viver estes dias antes da chegada da feira?

--Pois são dias muito especiais, de muitas felicitações. A verdade é que temos formado um grupo de damas e amigas muito bonito. Muitas não nos conhecíamos e estes eventos nos estão servindo para que possamos ter novas amizades. Nos ensaios sempre tinha uma {quedada} depois. Mais que competência houve muita amizade e companheirismo.

--¿É sido assídua nas festas?

--Sim. Nunca tenho faltado. Além disso, posso dizer-lhe que conheço muito bem como são as festas de Almendralejo porque em anos anteriores estive participando nelas com o grupo juvenil de folclore Terra de Lamas. Tenho acompanhado a representantes de bairros no ato central e tenho podido atuar no cenário fazendo o que mais gosto que é dançar.

--O dança, hobby/adeptos número um. ¿E que mais?

--Me gostam muitos meus estudos. Ser matrona é um de meus reptos/objetivos e paixões. Também me gostam quase todos os desportos, embora durante muito tempo {practiqué} voleibol/vólei. Mas sobretudo gosto dançar. Estive no grupo Terra de Lamas e {Abasal}.

--E o seu pai, ¿não lhe convenceu para o futebol?

--O tentou, o tentou...mas não pôde (risos). Eu fiz muitas viagens com ele quando era treinador. Fiz treinos e me coava em suas conversas. O passava muito bem, mas o futebol não era o meu.

--O seu é o de ser matrona de maior. ¿Porque é que?

--Sempre me têm encantado os meninos, tratá-los de pequenos e assessorar às mães. Neste ano já tenho vivido práticas em hospitais, urgências e salas de operações. Cada vez gosto mais.

--E Almendralejo, ¿gosta de?

--Muito. Agora temos a oportunidade de potenciar produtos como o vinho ou o cava. Temos uns lugares muito bonitos como o parque da Piedade, a praça de touros ou o teatro Carolina Coronado. De meu bairro {destaco} a escola oficial de idiomas, que é muito importante para a formação dos jovens.

--¿E que lhe falta?

--Acredito/acho que não lhe faltam muitas coisas, embora se calhar temos de melhorar alguns aspetos. Mira, por exemplo a feira para os jovens. Muitos deles não conhecem as atividades tão bonitas que há e somente se {ciñen} a viver a feira de noite. Recomendo que se aposte em ver como incentivar esse afastado.

--¿Se vê vivendo aqui?

--Sim, claro. Sempre que meu trabalho me o permita, adoraria viver em Almendralejo e não ter que ir-me fora.

--Por último, ¿alguma referência a seguir/continuar em sua vida?

--Meus pais, sem dúvida. São os que trabalharam para dar-me o que hoje tenho e toda a educação e formação.

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