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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

Segue/continua adiante a suspensão da venda da parcela de {Hormigusa}

A decisão definitiva sobre/em relação a a validade da venda a tomará a Comissão Jurídica da Extremadura. Técnicos de Património e a Secretaria-geral rejeitaram as duas alegações apresentadas

RODRIGO MORÁN
28/02/2020

 

O processo para paralisar a venda da parcela municipal situada na antiga fábrica de {Hormigusa}, em Almendralejo, justo na rotunda na qual confluem as estradas de Badajoz ({EX300}) com a de circunvalação ({EX350}), continua adiante. O plenário/pleno da corporação, em sua sessão de Fevereiro, tem aprovado seguir/continuar com o processo depois de/após que tenham sido rejeitadas as duas alegações apresentadas a este processo, uma pelo Partido Popular e outra pelo adjudicatário da parcela, José Moreno Gómez, em representação de Estação de Serviço Moreno Gómez SL.

Foram os técnicos municipais os encarregados de rejeitar estas alegações, nomeadamente a chefe de secção de Património e a Secretaria-geral. {Recordar} que no plenário/pleno de Novembro se aprovou iniciar/dar início de ofício a revisão da venda (aprovada na anterior legislatura com o PP no poder/conseguir) a pedido do plantel/elenco de governo socialista.

Desde/a partir de o Partido Popular não estão de acordo com estes relatórios municipais. José Alberto Pérez, vereador popular, sustenta que a parcela não é um bem {dotacional} «como se faz acreditar/achar desde/a partir de a secção de Património», mas um bem patrimonial «que é {enajenable}». Entende o PP que não existem argumentos para anular esta venda e insinua que o PSOE prefere que seja a Comissão Jurídica da Extremadura a que emita o parecer definitivo, já que acha que «é mais fácil que esta comissão possa dictaminar/enviar um parecer favorável a seus interesses em lugar de ir aos tribunais/réus/julgados que som mais independentes», salientou o vereador popular. Este facto/feito foi criticado pelo presidente da Câmara Municipal José María Ramírez, que pediu mais rigorosidade a José Alberto Pérez.

Para o presidente da Câmara Municipal sempre foi prioritário travar este processo alegando, principalmente, dois razões. Por um lado, recordou que quando o terreno foi adquirido pelo Câmara Municipal em 2009, por meio de uma {permuta} com a empresa {Hormigusa}, o objetivo era criar um centro de lazer ou dar-lhe um destino com fins desportivo, sanitário ou educativo. O segundo argumento é que os socialistas também estimam que há defeitos no procedimento desta venda.

Outros temas/ O plenário/pleno também aprovou dois moções em defesa dos agricultores e em apoio a uns «preços justos» após as reivindicações destas últimas semanas, tanto/golo pelos problemas do campo extremenho como, mais em nomeadamente, pela defesa do olival tradicional. Foram aprovadas por unanimidade dos grupos políticos.

Também foi ratificado o regulamento de participação cidadã, que se encontra disponível na web municipal, bem como a atualização do preço do contrato do serviço de recolhida de resíduos, que se incrementa num 0,84%.

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