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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 22 de outubro de 2018

Recolhidas 80.000 firmas/assinaturas para que se proíba a venda de clássicos gay/chatos/petardos

A morte de um gato por um clássico gay/chato/petardo denunciada por {Recal} foi o {detonante}. Polícias vestidos à paisana e veículos camuflados iniciam um plano de vigilância

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
06/01/2018

 

Tudo começou quando durante a passada {Nochevieja} três pessoas que não foram identificadas puseram um clássico gay/chato/petardo na boca de um gato que, após a explosão e um posterior atropelamento ao ficar aturdido, morreu depois de/após ser {eutanasiado} para evitar-lhe tanto/golo sofrimento. Este facto/feito foi denunciado pela protetora local de animais {Recal} e se fez viral na rede e nos meios de comunicação, alcançando uma repercussão nacional. Isso se uniu a várias denúncias de vizinhos/moradores sobre/em relação a a queima de clássicos gay/chatos/petardos por parte de menores provocando ruído e, especialmente, terror e medo em animais e animais de estimação.

Depois de tudo isso, um jovem vizinho/morador de Almendralejo chamado Javier González propôs através da plataforma {change}.{org} uma recolha de assinaturas na qual pede a Câmara Municipal e Junta de Extremadura que se proíba a venda de clássicos gay/chatos/petardos e de todo o tipo de material {pirotécnico}, bem como seu lançamento. A proposta se tem lançado às redes sociais e, em apenas três dias, já foi assinada por mais de 80.000 internautas.

Nesta petição/pedido, este vizinho/morador fala do acontecimento do gato denunciado por {Recal}, algo que considera um «exercício de sadismo». Acrescenta que «os clássicos gay/chatos/petardos, os malditos clássicos gay/chatos/petardos e foguetes assustam não somente a gatos e cães, mas a bebés, anciãos e pessoas com diferentes doenças. De nada serve um bando informativo explicando que há multas de 400 euros se logo não {persigues} a quem comete esta imprudência», relata no escrito/documento.

Campanha policial / Ao fio de tudo o que está acontecendo, a policia municipal tem estabelecido uma campanha especial de vigilância sobre/em relação a a utilização ilegal de material {pirotécnico} na via pública. Dita campanha se está realizando com serviços de vigilância e deteção por agentes municipais vestidos à paisana e veículos policiais camuflados que não despertem as suspeitas dos infratores.

A polícia esclarece em sua campanha que nenhum tipo de clássico gay/chato/petardo ou foguete, adquiridos em estabelecimentos autorizados, podem ser detonados na via pública sem contar com a correspondente autorização municipal. E acrescenta que de maneira nenhuma podem ser vendidos, adquiridos, manipulados ou detonados por menores de doze anos, sendo os seus pais ou tutores os responsáveis subsidiários das possíveis infrações.

Desde a policia municipal informam que têm formulado várias denúncias nestes dias pela detonação de clássicos gay/chatos/petardos sem autorizações. Vários jovens foram denunciados por fazer explorar clássicos gay/chatos/petardos no parque de Santa Clara. Também, na rua Eugenio Hermoso foram denunciados dois menores de dez anos por fazer detonar um número respeitado de clássicos gay/chatos/petardos, sendo'ls intervindos abundantíssimo material {pirotécnico}.

Por outro lado, a empresa {Piro} Ex, situada na avenida Rodríguez Ibarra, foi inspecionada por agentes da Intervención de Armas e Explosivos da Guardia Civil, revendo toda a documentação e autorizações pertinentes. Há jovens que têm comprado aí material carecendo de autorização pertinente.

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