Menú

El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 5 de dezembro de 2019

O preço e a produção da uva sofre neste ano uma drástica descida

A queda/redução da colhe supera nalgumas zonas da região o 40%. O sector expressa seu mal-estar pela falta de mão de obra apesar do desemprego que há

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
13/08/2019

 

A vindima nos campos de Terra de Lamas está oficialmente em marcha, embora não será até depois da semana de feira quando o campo se encha de tratores, mas a recolhida de uva das variedades precoces como a {macabeo} ou {alarije} já tem começado. E o faz com uma drástica descida da produção e dos preços que gera certa preocupação entre os agricultores.

De facto, a Comunidade de Lavradores de Almendralejo já tem alertado de um descida/desmpromoção acusado/arguido dos preços da uva, «com os quais não se cobrem nem os custos», assegura num comunicado, no qual indica também que existe uma grande incerteza no início desta campanha, especialmente para a colheita de uva destinada para a elaboração de vinhos amparados baixo/sob/debaixo de a Denominação de Origem Cava, antessala da colheita do resto das variedades.

A Comunidade também fala de um descida/desmpromoção acusado/arguido da produção que, nalgumas zonas, pode exceder o 40% de queda/redução em relação ao ano anterior.

Sobre/em relação a os preços da uva destinada a cava, {recordar} que no passado ano rondou os 40 cêntimos o quilo, enquanto neste ano se começou pagando a metade, embora subiu ligeiramente nos últimos dias.

Sobre/em relação a a produção, a descida é drástica pela escassez de precipitações em várias épocas do ano, para além de esperar-se uma colhe menos abundante que a de 2018, tanto/golo em uvas tintas como em brancas. Na Extremadura, segunda região produtora de vinho em Espanha, a produção cai, não obstante, como o faz no resto de zonas de Espanha.

Perante esta descida tão considerável do preço de uva destinado a cava, a Comunidade de Lavradores recomenda a os seus sócios agricultores que «nenhum seja {cooperador} necessário para um possível uso indevido de medidas que podem distorcer o mercado, já que estas vão sempre em prejuízo de presentes e futuros do património dos agricultores».

Também aconselha que sempre que seja possível «e baixo/sob/debaixo de a consideração que cada agricultor estime oportuno, se destine este tipo de uvas à produção de vinhos tranquilos, já que se pode antecipar que a diferença do preço não se ajusta à realidade da diferença do valor acrescentado que têm esses vinhos, com o que o benefício não fica igualmente repartido ao longo/comprido da cadeia».

Desde a Comunidade de Lavradores entendem que os agricultores não têm porque é que entregar-se ao cava e também pensam que seria recomendável criar uma associação de produtores de cava para que os agricultores pudessem chegar a acordos com adegas e proteger sempre sua produção.

Mão de obra/ A esta dobro problemática temos de somarle outras questões como os problemas que há para contratar trabalhadores, pois embora a chegada de {temporeros} desde o estrangeiro alivia em certa maneira o problema, não cobre, no entanto, toda a procura. Por esta razão, os agricultores não terminam de entender como tendo os índices de desemprego que há em Espanha, não se encontre mão de obra para que faça esta campanha.

As notícias mais...