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El Periódico Extremadura | Sábado, 18 de janeiro de 2020

Pedem mais pontos {wifi}, mais zonas verdes e mais eventos

Celebrado um ato pelo 30 aniversário da Convenção dos Direitos do Menino. Também querem mais presença da polícia na rua para andar seguros

RODRIGO CABEZAS
23/11/2019

 

Por ocasião da comemoração de 30 aniversário da Convenção dos Direitos do Menino, os membros do recém criado Conselho Local de Infância e Adolescência protagonizaram um ato singular na Câmara Municipal onde além disso têm tido a oportunidade de manter uma primeira reunião informativa sobre/em relação a as propostas que têm os meninos que fazer-lhes à cidadania, um passo imprescindível para que Almendralejo possa aderir-se de maneira definitiva à rede de Cidades Amigas da Infância que coordena Unicef e para o que se está a trabalhar desde há tempo.

Uma das propostas mais unânimes é a criação de mais pontos {wifi}, já que é uma realidade que internet e as tecnologias vão ligadas ao crescimento dos jovens, que pedem mais pontos de acesso em lugares onde costumam reunir-se com assiduidade.

potenciar a biblioteca / Outra das pedidos/solicitações é a criação de mais zonas verdes, a eliminação de barreiras arquitetónicas para pessoas com deficiência e potenciar a biblioteca municipal com mais livros de magia, banda desenhada e de idiomas.

Em relação às atividades, o conselho reclama que se programem mais espetáculos e eventos musicais acordes ao público infantil. Também que o centro cultural São Antonio organize atividades e exposições de arte que estejam dirigidas a meninos e adolescentes.

Em matéria desportiva, a principal petição/pedido é a criação de um {rocódromo} com {tirolina}, zona de patinação e {parkour}, atividades que estão na moda entre os mais pequenos, mas também que se {reutilicen} certos espaços desportivos esquecidos, {acondicionando} muitas pistas existentes que apresentam deficiências.

Por outro lado, também têm reivindicado mais informação em matéria de segurança e mais proteção por parte da polícia, já que têm podido constatar que há raparigas que ainda se sentem inseguras quando caminham sós pelas ruas.

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