Menú

El Periódico Extremadura | Domingo, 23 de septembro de 2018

Os meninos da região correm o risco de ter miopia no futuro

O 23% destas deficiências se têm podido detetar em centros educativos. O 22,1% dos menores de entre 3 e 12 anos têm alguma anomalia visual

RODRIGO CABEZAS
07/06/2018

 

Quatro alunos de mestrado do centro universitário Santa Ana, baixo/sob/debaixo de a supervisão da médica e professora Carmen Vidal, têm elaborado um estudo de investigação como trabalho de fim de grau/curso universitário que aprofunda sobre/em relação a como está a saúde ocular dos escolares da região de Terra de Lamas. Para isso fizeram 1.456 sondagens entre menores de entre 3 e 12 anos de colégios de Almendralejo, Aceuchal e Villafranca de los Barros. Os resultados permitem refletir sobre/em relação a os problemas de visão que surgem em idade precoce e apresenta a necessidade de que os docentes conheçam quais são as anomalias mais frequentadoras na etapa infantil para poder/conseguir detetá-las a tempo e pôr-los remédio.

Em linhas gerais, o estudo alerta do risco do crescimento dos casos de miopia entre os escolares de Terra de Lamas. O trabalho reflete sobre/em relação a o aumento deste problema ocular em meninos e adolescentes motivado pelos mudanças nos hábitos de vida e lazer. Carmen Vidal explica que cada vez há menos contacto destes meninos com o exterior em seu tempo livre e isto provoca que estejam menos expostos à luz solar (benéfica para a vista) e que se ensaie menos a visão distante, aspeto que também reduz a probabilidade de padecer a anomalia da miopia.

AUMENTA COM A IDADE / O trabalho também revela que o 22,1% dos escolares de entre 3 e 12 anos apresentam alguma anomalia na visão. Da mostra recolhida foram entrevistados 322 meninos. A prevalência de alterações visuais vai incrementando's com a idade. Além disso, os problema de visão são mais frequentes nas meninas que nos homens. De entre essas alterações mais usuais destaca o astigmatismo (11,2%) e a {hipermetropía} (10,9%) e a miopia só/sozinho afeta ao 7,7% dos inquiridos, mas a investigação deixa constância, no entanto, de que será o defeito visual mais comum no futuro.

Para chegar a estas conclusões se têm estudado parâmetros como a frequência nas alterações segundo o sexo, o tipo de alteração, a idade de deteção, o como e onde foi detetado o problema, a existência de antecedentes familiares, os resultados académicos dos últimos dois anos e a possível influencia do peso ao nascer na frequência de anomalias na visão.

Outros dados/ Além disso, o 72,5% dos meninos têm detetadas e corrigidas estas alterações visuais aos seis anos, idade com a que começam o ciclo de Primária. O estudo reflete que é entre os 4 e 6 anos quando mais aparecem estas anomalias.

Por outro lado, a percentagem detetado no ambiente escolar é do 23,3%, inferior às deficiências que se vêem nas revisões médicas (36,3) ou no ambiente familiar (37,3), mas o dado é o suficientemente alto «como para demonstrar que o docente extremenho jogou um papel importante na hora de velar pela saúde visual na população infantil da região».

María Juliana García, Pilar Delgado, María del Carmen Pachón e {Leticia} {Gómez} são as quatro alunas que fizeram o trabalho, para o qual têm realizado as amostras nas escolas Santo Ángel, Antonio Machado e Ruta de la Plata (Almendralejo), São José e Nossa Senhora do Carmen (Villafranca de los Barros) e Nossa Senhora da Soledad (Aceuchal).

As notícias mais...