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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

{Lobato} assegura ter «a consciencializa muito tranquila e as mãos limpas»

O relatório/informe da Guardia Civil lhe tem responsabilizado de até quatro delitos. O PSOE exige mais explicações e o PP respeita a presunção de inocência

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
06/09/2017

 

O presidente da Câmara Municipal de Almendralejo, José García Lobato, compareceu ontem perante os jornalistas com carácter de urgência para oferecer explicações após a informação publicada pelo diário/jornal El País que faz referência ao relatório/informe que a Guardia Civil teria entregue ao titular do Tribunal/réu/julgado Central de Instrução 6, Manuel García Castellón, sobre/em relação a o suposto {amaño} de um contrato vinculado à Operação Púnica e no qual se responsabiliza ao regedor popular de quatro delitos por suborno, fraude, revelação de segredos e tráfico de influências.

Lobato disse que não conhece absolutamente nada do relatório/informe em questão porque não está apresentado na causa nem vê motivos para fazê-lo. Transmitiu uma mensagem de tranquilidade a seus vizinhos/moradores e afirmou, taxativamente: «Tenho a consciencializa muito tranquila e as mãos limpas» em relação ao assunto. Também esperou que o caso se resolva com a máxima celeridade possível e expressou seu total colaboração para o esclarecimento de qualquer detalhe relativo a este caso que lhe salpica.

Perante as perguntas dos jornalistas, Lobato assinalou que não pode oferecer mais detalhes porque não conhece os pormenores do relatório/informe e sobre/em relação a as opiniões que chegam em relação, assinala que «a opinião é livre e respeitável, sempre que não {entremos} nem em calúnias nem suposições falsas».

Segundo publicou El País, o relatório/informe da Unidade Central Operacional ({UCO}) contém 124 folhas com correios eletrónicos, conversações telefónicas e declarações de testemunhas e investigados. No contrato para externalizar a iluminação pública estariam quatro diretivos de {Cofely}. O relatório/informe implica também a dois vereadores da equipa de governo, Luis Alfonso Merino e Carlos González Jariego, bem como a um arquiteto municipal e três empresários locais.

Explicações/ O porta-voz do Grupos Socialista, Valentín García, considera que Monago deve pedir responsabilidades a García Lobato, vicesecretário de Política Local do PP da Extremadura, e ao jogo/partido a nível local. García tem reclamado que Lobato faça públicos os correios que ele e os outros vereadores assinalados pela Guardia Civil se intercambiaram com os integrantes da Púnica. Indica que o relatório/informe corrobora a denúncia que há três anos fizeram os socialistas de Almendralejo. Piedade {Álvarez}, porta-voz local do PSOE, acrescenta que «a nós não nos surpreende, mas sim nos entristece que se venha cumprindo tudo o que {anunciamos} desde Julho de 2014. Não nos serve que o juiz ainda não o tenha chamado, já que se lhe atribuem delitos muito graves».

Mais contundente mostrou-se o secretário-geral de Podemos na Extremadura, Álvaro Jaén, quem advoga por tirar ao PP das instituições porque «é uma trama em si de corrupção estruturada para cometer sistematicamente delitos contra a finanças». O líder regional da formação {morada} diz que a Guardia Civil tem «indícios sérios» da comissão de vários delitos e sublinha que «a corrupção do Partido Popular é um problema de Estado».

Respeito/ Por seu lado, a porta-voz do Partido Popular da Extremadura, Cristina Teniente, pediu que se respeite o direito constitucional da presunção de inocência e pelas atuações judiciais. Indica que o direito à presunção de inocência não pode ser um «critério elástico» que se aplica a uns sim e a outros não em função do cor política. Neste sentido, critica as declarações do líder de Podemos Extremadura, já que argumenta que não teve manifestações «tão contundentes» noutros casos com condenações como os de Feval, Aliseda, Cáceres, {Monterrubio} da Serena, {Torrejón} ou a Orquesta de Extremadura.

Sobre/em relação a o assunto também tem falado a porta-voz do Governo da Extremadura, Isabel Gil Rosiña, quem manifestou seu «absoluto respeito» até os tribunais de Justiça e sua independência no caso Púnica e assegurou que a Junta extremenha mantém sempre essa atitude respeitosa às decisões judiciais.

Após a última reunião do Conselho de Governo extremenho, seu porta-voz fez referência a delitos que se referem ao tentativa de {amañar} um contrato de iluminação de 20 milhões de euros em Almendralejo, processo que ficou suspendido antes da abertura final dos envelopes que tinham que emitir parecer quem ganhava o concurso.

Durante a jornada desta quarta-feira, a porta-voz do PSOE local, Piedade {Álvarez}, oferecerá perante os meios uma avaliação mais exaustiva, sobre/em relação a este possibilismo caso de corrupção.

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