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Javier Díaz: «Agora já sabemos que as habitações/casas/vivendas não som só/sozinho para comer e dormir»

As terraços, zonas de sol ou de desporto, as novas tendências

 

R.MORÁN ALMENDRALEJO
22/05/2020

Quase dois meses sem sair de casa lhes tem servido a muitas famílias para dar-se conta de que suas habitações/casas/vivendas servem para algo mais que «comer e dormir». Assim o assinala Javier Díaz de la Peña, arquiteto da empresa {A+U}, quem analisa para este jornal a mudança de preferências que se produziu em muitos lares com este inesperado confinamento.

«Agora sabemos que se podem fazer outras muitas mais atividades dentro de casa. Nos demos conta de que se pode ter um espaço para o estreitamente, lugares só/sozinho para o estudo dos meninos, zonas de jogo diferenciadas ou que necessitamos poder/conseguir contar com um terraço».

Para Javier Díaz, não é necessário ter uma grande casa, «mas sim saber reordenar os espaços e refletir sobre/em relação a as necessidades que nos podem surgir no futuro». O facto/feito de procurar habitações/casas/vivendas que tenham sol ou espaços para poder/conseguir fazer desporto, som outras preferências acrescentadas.

Este arquiteto {almendralejense} também vaticina que possam acontecer mudanças de regulamentos pela pandemia do {covid}-19, tanto/golo em habitações/casas/vivendas como em estabelecimentos comerciais. «Os espaços exteriores vão ser muito importantes no futuro».

Díaz, um arquiteto aberto aos mudanças, recomenda ser práticos, pelo que trata sempre de ensinar aos seus clientes novas fórmulas para viver mais comodamente. Têm surgido novas necessidades. E temos de adaptar-se.