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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 18 de janeiro de 2018

Instalar o regadio lhe custará 4.183 euros por hectare a cada agricultor

A Junta pediu uma nova reunião com o ministério para aproximar posturas. O orçamento da comunidade para 2018 é de 70.000€ e não terá derrama

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
16/12/2017

 

Segundo os cálculos que se manejam desde a comunidade de regantes de Terra de Lamas, instalar o regadio na região poderia custar a cada agricultor em torno de 4.183 euros por hectare. Esta é a informação à que tem tido acesso o Jornal Extremadura, depois da assembleia geral ordinária que a comunidade de regantes celebrou no sala central de {Cajalmendralejo}, na qual também se aprovou o orçamento para próximo exercício 2018.

Esses 4.183 euros seriam para pagar a obra que teria que fazer para levar a água já filtrada à toma que tem que ter cada parcela. «Queremos que exista a maior clareza possível para os agricultores e assim se o temos ido transferindo a todos para evitar surpresas», assegurou Isidro Hurtado, presidente da comunidade. Representantes da comunidade de regantes e a direção geral de Agricultura viajaram a todos os municípios para informar de primeira mão aos agricultores.

Essa quantidade/quantia seria a total que teria que pagar o agricultor por cada hectare, embora temos de ter em conta que a situação de cada um é diferente, já que alguns podem ter dois hectares e outros podem exceder as 50. Esse preço seria sempre contando com o 33% do total que deposita o agricultor sobre/em relação a o projeto e tendo em conta que o resto, a partes iguais, o financiam Junta de Extremadura e Ministério de Agricultura.

Neste sentido, desde a comunidade de regantes consideram este único cenário, o de ter um apoio claro desde Madrid. No último encontro de todas as partes, na capital de Espanha, os regantes apresentaram o projeto ao ministério. «O esclarecimento que nos deram é que era uma obra que não tinham contemplada e, portanto, careciam de liquidez para ela. Mas claro, nós não podemos ficar-nos de braços cruzados e temos que seguir/continuar insistindo para que lhe atribuam verba/partida», diz Hurtado.

Desde a comunidade de regantes, que representam a doze municípios da região, consideram que «o mais difícil está facto/feito». Entendem que Agricultura pode apoiar o projeto de muitas maneiras «e não tem que ser unicamente com um cheque». Consideram que têm técnicos e organismos para executar atuações do projeto e que cheguem à quantidade/quantia pactuada. {Recordar} que o projeto contempla um investimento de 195 milhões, a financiar entre regantes, Junta e Governo, segundo sempre o roteiro marcada por Junta e regantes. A conselheria de Agricultura pediu uma nova reunião com o ministério para aproximar posturas.

Orçamento/ Na assembleia ordinária da comunidade se aprovou um orçamento de 70.000 euros para o 2018, para cobrir despesas de assessoria técnica, jurídica e manutenção da escritório de informação. Também se acordou deixar em suspenso a derrama pactuada com anterioridade, já que há remanescente laje de tesouraria suficiente para manter estes despesas dos 1.490 associados.

O seguinte passo do projeto é a aprovação do Plano Geral de Transformação por parte da Junta de Extremadura.

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