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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

A iniciativa de que os meninos vão gratuito aos touros provoca rejeições

Durante o evento, vários monitores lhes ensinam as partes que tem uma tourada. Coletivos como {Dema} ou {Recal} emitem um comunicado para expressar seu rejeita

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
12/08/2017

 

A iniciativa apresentada pela empresa Praça de Badajoz, encarregada de organizar a grande tourada para na terça-feira 15 de Agosto em Almendralejo, sobre/em relação a a possibilidade de que os meninos de entre 5 e 12 anos vão gratuito aos touros, está a receber a rejeição por parte dalguns coletivos da cidade. A empresa extremenha concebeu faz tempo em suas programas para a gestão de espetáculos taurinos a implantação do chamado Camarote Infantil Gratuito, consistente em deixar entrada gratuita aos touros aos meninos das idades citadas, sem necessidade de que vão acompanhados de um maior. Segundo indica a empresa, uma série de monitores qualificados recebem aos pequenos adeptos no prévio à tourada para transferi-los à zona do estendido habilitada/tesoureira para eles. Ali, lhes explicarão os pormenores duma tourada, e o que vai acontecendo durante a mesma, resolvendo'ls as dúvidas que possam ter durante o festejo. Também inovarão para que, entre touro e touro, possam conhecer e jogar com os seus companheiros do camarote infantil.

Esta iniciativa já pôs-se em marcha com êxito na passada Feria de São Juan de Badajoz, onde mais de 300 meninos usufruíram gratuitamente dos festejos taurinos. Muitos deles foram pela primeira vez graças ao evento criado para a ocasião. Ao mesmo tempo, segundo indica Praça de Badajoz, «esta iniciativa permite a pais, tios ou avós usufruir do festejo com a tranquilidade de deixar aos pequenos em mãos de profissionais num ambiente taurino partilhado com meninos de suas idades».

No entanto, a iniciativa não está completamente bem vista nalgumas associações de Almendralejo. O coletivo pela Defesa do Ambiente ({DEMA}) e a associação prol refúgio canino ({Recal}) têm emitido um comunicado expressando sua rejeição a esta atividade. Em seu escrito/documento dizem que «enquanto noutras comunidades se dão cada vez mais avanços para evitar este espectador de sangue, como é o caso recente da comunidade de Baleares, na qual se tem imposto uma regulação na qual se reduz o número de animais a três por tourada, em lugar de seis, podendo estar unicamente dez minutos cada touro dentro da praça/vaga, permitindo só/sozinho {pases} de capote e muleta, sem nenhum tipo de agressão animal…na Extremadura se segue/continua potenciando este espectador de violência e, como podemos apreciar no caso de Almendralejo, da pior maneira possível, fazendo partícipes aos menores deste ato».

Em seu escrito/documento, {Dema} e {Recal} assinalam que a ONU tem recomendado afastar a meninos e meninas de atos de violência sobre/em relação a animais e insta a pais e mães que seus meninos não participem desta iniciativa. Dizem ambos coletivos que o mesma rejeição se o expressaram a membros da Câmara Municipal.

Por outro lado, a porta-voz do PSOE Almendralejo, Piedade {Álvarez}, enfatizando em seu perfil de Facebook que aludia a uma opinião pessoal, se tem pronunciado em suas redes indicando que esta iniciativa lhe parece «uma absoluta barbaridade». Acrescenta que «não acredito/acho que seja o espetáculo mais adequado para alguém que se esteja formando».

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