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Iniciado o processo para reverter a venda da parcela de {Hormigusa}

PSOE e Ciudadanos defendem que há irregularidades na aprovação da venda. A decisão final fica em mãos da Comissão Jurídica da Extremadura

 

Vizinhos/moradores que protestaram perante a Câmara Municipal no passado mês de Junho pela possível venda da parcela. - R.C.

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
01/12/2019

Desde que se conheceram as intenções do antigo plantel/elenco de governo de vender a parcela municipal que estava situada justo na antiga fábrica de {Hormigusa}, no paragem do {Cabezo} de São Quadros/Marcos, houve duas propostas enfrentadas por este tema. Tanto/golo é assim, que nada mais formar-se a nova equipa de governo socialista, o presidente da Câmara Municipal, José María Ramírez, já disse que era prioridade estudar este processo e, em caso de que proceda, reverter sua venda ao existir possíveis irregularidades.

Para isso, se pediu um relatório/informe à secção de Património da Câmara Municipal com o objeto da nulidade do acordo tomado em junta de governo local de 30 de Maio para a venda de dita parcela por uns 24.000 euros. O grupo municipal socialista alega dois razões. Por um lado, recorda que quando a parcela de uso {dotacional} foi adquirida pelo Câmara Municipal em 2009 por meio de uma {permuta} com a empresa {Hormigusa}, o fim desse espaço era criar um centro de lazer ou destinos de índole desportivo, sanitário ou educativo. Por outro lado, os socialistas também consideram que há defeitos no procedimento desta venda, já que se registam condições próprias da venda de um chão urbano e não duma parcela que está catalogada como chão rústico.

PROCEDIMENTO SUSPENDIDO / No plenário/pleno acaba-se de aprovar agora o início do processo de revisão de ofício da venda desta parcela situada entre as estradas EX-300 (estrada de Badajoz) e a EX-359 (estrada de circunvalação). O procedimento ficará suspendido até que se resolva, algo que será competência da Comissão Jurídica da Extremadura.

A licitação só/sozinho recebeu uma oferta e foi adjudicada a José Moreno Gómez, em representação de Estação de Serviço Moreno Gómez SL.

Os grupos PSOE e Ciudadanos mostraram-se a favor deste processo, enquanto Vox preferiu abster-se. O único voto contra foi o do Partido Popular, alegando seu vereador José Alberto Pérez que falta o relatório/informe precetivo prévio da secretaria-geral para esclarecer a legalidade que serviu de base para acordar dita venda em Maio. Desde/a partir de a {bancada} popular instaram a que se deixasse sobre/em relação a a mesa o processo até que se tivesse o relatório/informe.

No passado mês de Junho, meia centena de pessoas se concentraram às portas da Câmara Municipal para protestar pela venda desta parcela em São Quadros/Marcos.