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El Periódico Extremadura | Domingo, 18 de agosto de 2019

O governo local dará prioridade a ter novo orçamento em 2020

Também impulsionarão a participação e prevê-se criar o conselho local de desportos

REDACCIÓN
26/06/2019

 

A porta-voz do governo municipal, {Raquel} do Porto, compareceu ontem para informar sobre/em relação a quais vão ser as linhas de trabalho da equipa que lidera José María Ramírez, e as suas próprias, embora sem dar detalhes, porque «tenho tido pouco/bocado tempo para aprofundar em minhas competências [Regime interior e Administração Eletrónica, Participação cidadã e transparência, e Desportos]», mas sim assinalou que se propõe rever os conselhos de participação cidadã, e fá-lo-á porque querem que sejam um dos pilares do novo governo, porque a intenção é «perguntar e ouvir aos cidadãos sobre/em relação a cada uma das ações que levemos a cabo».

No entanto, a prioridade vai ser o orçamento para 2020, recordando que neste ano a Câmara Municipal está usando o de 2018, que foi o único aprovado pelo anterior governo do PP durante dois legislaturas.

No novo terão importância as contribuições dos vizinhos/moradores que se façam através do Conselho de Participação Cidadã, que determinará pelo menos o 50 % das investimentos não finalistas que faça a Câmara Municipal.

Por isso, outra das prioridades será retomar a atividade em todos os conselhos locais, entre os que estão o de Saúde de Zona, que faz muito tempo que não reúne-se, e o Económico e Social.

Além disso, assinalou que querem implicar a todas as áreas da Câmara Municipal para «ter uma autêntica administração eletrónica», para que os cidadãos tenham «acesso ao maior número possível de trâmites», e também a nível de funcionamento interno. O objetivo, em definitiva, é «ter uma câmara municipal de portas abertas».

Com relação à delegação de Desportos, assinalou que criarão o conselho local de desporto, para atender melhor as necessidades dos {almendralejenses} e optimizar as instalações. «É necessário dotar todos os serviços de pessoal qualificado e fazer investimentos, mas temos de ver antes que capacidade orçamental temos para atuar», precisou.

Finalmente, disse que «há muita vontade de trabalhamos/trabalhámos» e «vai-se a fazer com muita ilusão/motivação».

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