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A Fundação San Juan de Dios anuncia sua marcha em finais de ano

A ordem/disposição considera que a falta de apoios e a indefinição de projetos fazem inviável que siga/continue. A Junta diz estar surpreendida e assegura que se manterão os serviços com outro operador

 

Uma trabalhadora da Fundação San Juan de Dios durante um serviço de ajuda a domicílio. - {EP}

RODRIGO MORÁN prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
24/07/2020

Terramoto social em Almendralejo com o anúncio da marcha da Ordem/disposição de San Juan de Dios da cidade, uma entidade que tinha funcionado durante dez anos como Fundação San Juan de Dios emprestando diferentes serviços como a atenção do hospital Nossa Senhora do Pilar com cuidados paliativos, a gestão duma residência, ajuda a domicílio e a criação e gestão do {Economato} Social para atender a famílias em risco de exclusão social.

A Fundação vai-se embora a finais do presente ano após uma decisão que vem motivada, fundamentalmente, por dois argumentos de peso: a falta de viabilidade financeira e a indefinição de futuros projetos marcada claramente pelo primeiro aspeto.

«Agora estamos longe de que o projeto tenha uma viabilidade no futuro», precisam desde/a partir de a Fundação, depois de/após que chegassem a Almendralejo em 2010 para resgatar a gestão do hospital do Pilar. A nota dos usuários e trabalhadores sempre foi positiva, mas os cortes das subsídios lhe passaram fatura. A isto se lhe acrescenta as infrutuosas negociações para poder/conseguir comprar o atual edifício (antiga Casa Misericórdia).

Segundo fontes da Fundação San Juan de Dios, a ideia é deixar de emprestar os serviços o 31 de Dezembro. Asseguram que se o comunicaram à Junta de Extremadura e que lhes deu tempo para encontrar entidades ou operadores que possam fazer-se cargo de ditos serviços e dos profissionais que desempenham esta lavor/trabalho, um desejo expresso da Ordem/disposição de San Juan de Dios «para não prejudicar a Almendralejo».

Surpresa / Por seu lado, a Junta de Extremadura emitiu um comunicado após conhecer a decisão mostrando surpresa pelo anúncio. Não obstante, assegura no escrito/documento que garante a continuidade dos serviços que se estavam emprestando ao ter negociações abertas com outros operadores para fazer-se cargo destas áreas.

Desde/a partir de a Junta quiseram transferir «uma mensagem de tranquilidade, tanto/golo à cidadania de Almendralejo como aos trabalhadores e usuários do hospital e a residência San Juan de Dios»,

Insistem em que «nem a conselheria, nem o Serviço Extremenho de Promoção da Autonomia e Atenção à Dependência ({Sepad}) receberam comunicação oficial por parte da fundação sobre/em relação a esta decisão».

A Junta informou que a conselheria tinha oferecido a San Juan de Dios um plano de estabilidade e viabilidade económica com uma duração de quatro anos por meio de concertos sociais e transferências. Também indica que desde/a partir de o ano 2015, o {Sepad} manteve o subsídio com esta fundação e que os cortes aos que se refere a entidade, de um 28%, se fizeram em 2012 com o governo popular de Monago.

«A diminuição de rendimentos à que alude a Fundação vem motivada pela falta de justificação do 100% das despesas derivados da subsídio», diz a Junta. E esclarece que neste ano sim recebeu 464.000 euros.