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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

A formação de professores mira aos idiomas e as novas tecnologias

O {CPR} abrange 17 localidades, mais de 50 centros educativos e 1.300 docentes. Os professores procuram cursos com poucas horas e gosta a formação ‘on line’

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
05/09/2017

 

Desde no passado mês de Maio, o Centro de Professores e Recursos ({CPR}) de Almendralejo, situado no mesmo prédio que a escola de idiomas, realiza uma campanha de captação para conhecer as necessidades e preferências que têm os professores de seu rádio de ação face a dar início determinados cursos para a época que começa. Cada centro de professores da região costuma fazer esta campanha seguindo/continuando um critério unificado da conselheria, embora neste ano se deu liberdade a cada {CPR} para que se utilizem os métodos mais apropriados para cada um deles. A deste curso segue/continua aberta, embora as primeiras preferências estão claramente relacionadas com a formação em idiomas e em ramos de novas tecnologias.

O {CPR} de Almendralejo abrange 17 povoações, com atenção a mais de 50 centros educativos e perto de 1.300 professores. Segundo explica Rosa Blázquez, sua diretora, a campanha se está realizando de um modo muito pessoal. «Temos tratado de ir aos centros e contactar diretamente com professores. Temos aproveitado reuniões dos delegados de formação para transferir-los que esta campanha está aberta e que é possível pedir formação. Também informámos quando temos conhecido o interesse/juro dalgum centro em participar em programas europeus, assessorando'ls a todo o momento».

Blázquez considera que esta é a melhor maneira de chegar ao professorado, já que o correio electrónico «costuma chegar em muitas ocasiões a professores que carecem de interesse/juro na formação».

O idioma e as novas tecnologias centram as procuras. «Há muitos professores interessados no bilinguismo e nas diferentes imersões linguísticas que se promovem desde o {CPR}». O ano passado teve imersões linguísticas no centro de Almendralejo de professores procedentes de Portugal e França. Além disso, graças a um programa da Junta, professores do {CPR} puderam experimentar imersões em Portugal e Reino Unido.

O uso de todo o tipo de ferramentas relacionadas com as novas tecnologias é o outro foco formativo mais demandado. «Os professores se estão interessando por conhecer como se podem utilizar/empregar {pedagógicamente} aspetos como a robótica ou o uso da ardósia digital», especifica.

Rapidez / Um dos grandes mudanças que tem experimentado a formação dos professores nos últimos anos no {CPR} de Almendralejo é a temporalidade dos cursos. As formações de 30 ou 40 horas passaram à história e agora quase todos os cursos centram-se em 10 ou 15 horas. «O professorado segue/continua formando's, mas procura algo mais rápido que antes. Vivemos numa sociedade mais acelerada e isso se nota. Mesmo os cursos monográficos de idiomas que antes eram de 60 horas, agora se fracionam em cursos de 20 horas para que os professores escolham quando podem ir e quando não», explicou.

Rosa Blázquez também assinala que a formação on line vai-se impondo cada vez mais à presencial, «já seja por temas de interesse/juro, por comodidade para os docentes ou por acumular horas rápidas de formação».

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