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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 19 de outubro de 2018

Exigem reparar o quanto antes a coberta do conservatório

Pedem à Junta e a Câmara Municipal que estacionem diferenças e iniciem o processo. Uma centena de alunos e professores se manifestaram às portas do centro

RODRIGO CABEZAS
17/05/2018

 

Grande parte da comunidade educativa do conservatório oficial de música Tomás Bote Lavado se concentrou ontem às portas do centro para reclamar que se iniciem as obras de reparação da coberta do prédio. Mais de um centena de pessoas, entre alunos, professores e pais protestaram e apoiaram a leitura de um manifesto a cargo do diretor David Montes, no qual se denunciou que a situação do centro é «insustentável».

No ato de protesto pôs-se de manifesto que existem goteiras em boa parte das salas de aula, uma praga de formigas que constantemente caem do teto nas cabeças dos alunos, a terra que se filtra e cai sobre/em relação a os carteiras ou o calor insuportável dentro das classes com temperaturas que superam os 35 graus nos meses de Junho e setembro. Além disso, a {moqueta} com que estão {forradas} as paredes das classes está a gerar bolor da humidade devido às filtrações de água.

O conservatório recorda que faz cinco anos que a direção do centro iniciou os trâmites para ser feito esta atuação. A Junta de Extremadura, através da Delegação Provincial de Educação, lhes confirmou que a obra começaria o 15 de Julho de 2017. Mas ainda não o fez.

O centro assinala que não têm tido nenhuma notificação oficial até à data. «As poucas informações que temos obtido foram após insistentes chamadas telefónicas a diferentes técnicos e responsáveis da Junta, e que só/sozinho faziam referência à cessão do prédio afetado».

A Junta sempre tem alegado que não podia intervir até que a Câmara Municipal lhes {cedierá} o imóvel, algo que já se fez no plenário/pleno do passado mês, e depois de/após ter iniciados o trâmites para registar o prédio em património municipal. Agora, tanto/golo o conservatório como a associação de pais reclamam às administrações que «estacionem suas diferenças» e que as obras se {inicen} sem falta o 15 de Julho deste 2018.

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