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Estreia com polémica

Críticas a que nalguns momentos da inauguração do festival de teatro, no acesso dos Reis para ver ‘{Antígona}’, não se respeitou o distanciamento entre o público H Seu diretor, Jesús Cimarro: «Se cumpriu com todas as medidas sanitárias»

 

No festival 8 Chegada dos Reis ao teatro romano para ver ‘{Antígona}’, na quarta-feira passada. - EFE

C. HIDALGO
24/07/2020

A polémica perturbou o início do Festival Internacional de Teatro Clássico de Mérida. Na noite de quarta-feira, todas os olhares do mundo da cultura e das artes cénicas estavam ocasos na inauguração da 66ª edição do certame teatral emeritense, pois serviria de exemplo sobre/em relação a como celebrar um evento cultural de grande afluência de público, em plenário/pleno trânsito pela denominada ‘nova normalidade’. No entanto, o arranque do festival foi objeto de numerosas críticas em redes sociais, algumas delas procedentes de âmbitos desportivos e da celebração de concertos, por considerar que nalguns momentos não se respeitaram as medidas de distanciamento social.

Os Reis de Espanha, junto a suas filhas, assistiram como público ao teatro romano para ver a obra inaugural ‘{Antígona}’, o que ocasionou que a sua chegada ao recinto monumental, parte do público se levantasse de seus assentos e se {amontonara} nas zonas descidas do bancada para fazer fotografias e ver mais perto aos monarcas. Nas imagens do momento se aprecia que há espectadores que não guardam a distância social, embora, isso sim, na sua maioria levavam ocasos as máscaras. «Os protocolos que se têm estabelecido nos festivais estabelecem a utilização das máscaras embora sejam recintos ao ar livre, bilhete e saída do recinto arrumada, e {geles} hidroalcoólicos. Em nenhuma parte põe que temos de manter a distância nos espaços se se usa a máscara a todo o momento», manifestou ontem a este diário/jornal o diretor do festival, Jesús Cimarro.

O gestor do certame teatral insta a aqueles que criticam a que leiam o decreto aprovado pelo Governo regional em relação às normas sanitárias que se devem aplicar face ao coronavirus. «Estamos cumprindo com o que diz o decreto da Junta de Extremadura», sublinhou Cimarro, quem acrescentou que «bastante tem costado pôr em pé o festival, como para que as pessoas comece a dizer coisas sem razão, porque estamos dentro da legalidade».

Responsabilidade individual

O diretor do festival emeritense apelou à responsabilidade {invidual}. «Quando uma pessoa vai ao teatro, se sinta/senta em sua poltrona, mira a representação e depois vai-se. Não há contacto de fluidos, que é como se pega o vírus, porque estão com a máscara», apontou Cimarro. «Ontem (pelo quarta-feira) no teatro tinha 1.550 pessoas e tem uma capacidade de 3.050 espectadores, isto é, que estava ao 55% de ocupação. Temos posto uma lotação mais baixo do que permite o decreto da Junta de Extremadura», assinalou.

Ainda assim, o diretor sustentou que receberam petições/pedidos de espectadores que «não querem estar com pessoas por volta de e se lhes tem facilitado um espaço para que estejam isoladas». «O teatro romano é tão grande, que há possibilidades de mudar as poltronas», precisou. «Vamos a respeitar todas as críticas. Há pessoas que não está de acordo com a visita do chefe do Estado, e eu o respeito, embora não o partilho», exemplificou.

O ministro de Cultura e Desporto, José Manuel Rodríguez Uribes, afirmou ontem após um encontro com o presidente da Câmara Municipal de Mérida, Antonio Rodríguez Osuna, que o arranque do festival representa «um dos {mascarones} de proa» do reinício da atividade cultural em Espanha, um sector que está a dar exemplo de «fazer as coisas bem». O responsável da pasta cultural, que também foi ao estreia de ‘{Antígona}’, considera que o mundo da cultura «está a dar exemplo de fazer as coisas bem», com segurança e protocolos, «tal como se viu ontem à noite no festival, com tudo o {publico} levando máscaras», sentenciou.

Cumprir as regras

Sobre/em relação a a abertura do festival também pronunciou-se ontem o presidente do Governo regional, Guillermo Fernández Vara, quem disse confiar em que durante o próximo mês de Agosto se possa usufruir do conjunto/clube da programação, momento no qual reconheceu o «extraordinário comportamento» que teve o público durante a inauguração do festival, já que som uma parte «muito importante» para que se possam desenvolver este tipo de eventos. «Temos de demonstrar que fazendo as coisas bem, cumprindo com as regras, cumprindo com os protocolos sanitários, se pode desenvolver uma vida muito mais normal/simples que se não se faz e como consequência de não fazê-lo nos {encontramos} com os famosos {rebrotes}», destacou Vara.

Desde/a partir de a câmara municipal emeritense se indicou que na inauguração do festival tudo o público usou máscara, como é precetivo, e cumpriram-se os protocolos estabelecidos e aprovados pelas autoridades sanitárias.