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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

O {Espronceda} procura alternativas enquanto a escola esteja em obras

A direção ainda não sabe se terá que dar alguma classe noutro imóvel. O Sara Ana é o lugar ao que irão os do Santiago quando comece a reforma

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
01/09/2017

 

A volta ao colégio está prevista para o 13 de setembro e o único contratempo que podem sofrer os centros educativos se focaliza na escola José de Espronceda, em obras para arranjar os problemas surgidos após o aparecimento de gretas e fissuras praticamente em todos os espaços do centro, para além da instalação de um novo chão desportivo e {zócalo} para o sala de aula-ginásio. Dita atuação, que supõe um investimento por parte da Junta de Extremadura de 111.743 euros começou com um mês de atraso em relação ao prazo previsto e obrigará a que algumas classes tenham que dar-se noutro sítio durante o primeiro trimestre, embora ainda se desconhece se terá grupos que tenham que sair da escola ou se, definitivamente se pode arranjar o assunto sem necessidade de que ninguém deva mudar-se.

Segundo informou a direção do centro a este jornal, o prazo de execução de obras é de seis meses e se calcula que para Dezembro estejam finalizadas. O diretor José Luis Reyes assinalou que têm previsto que a zona infantil, a sala de atos e a biblioteca possam ser acondicionados para que ali se deem determinadas classes, sempre alternando com as salas de aula que nesses momentos se encontrem em obras.

REUNIÃO COM OS TÉCNICOS / O 6 de setembro terá uma visita de representantes da Junta de Extremadura e valorizarão com os técnicos encarregados da atuação que medidas tomar antes do 13 de setembro. A direção do centro se põe a disposição do que emita parecer a Conselheria de Educação que é a que tem a última palavra e, em caso de ter que derivar classes fuera do centro, teria que comunicá-lo por escrito/documento.

A Câmara Municipal tem estendido a mão para colaborar e solucionar os problemas que possam surgir. De facto, faz uns dias os vereadores de Educação e Obras, José María Cabañas e Juan Daniel Bravo, respetivamente, se deslocaram ao José de Espronceda para avaliar a situação. José Luis Reyes explicou que «é normal/simples que vejamos possíveis alternativas porque necessitamos estar preparados em caso de que tenhamos que derivar a alunos fuera do centro».

Neste sentido, há duas possibilidades. Por um lado, poderiam dar-se classes em zonas habilitadas/tesoureiras do Palácio do Vinho, a escassos metros da escola. E, por outro lado, também poderiam dar-se classes na nova sala de usos multiplos do polidesportivo, também muito perto do centro. Em qualquer dos casos, é a Conselheria de Educação a que tem que decidir de forma iminente.

Obra no {IES} Santiago / Por outro lado, a reforma integral da estrutura do instituto/liceu Santiago Apóstol que acometerá a Junta de Extremadura com um investimento de 1,6 milhões de euros também suporá que tenha alunos derivados a outros prédios. Neste caso, a ideia é que os estudantes de primeiro e segundo de ensino secundário se desloquem a várias salas de aula do centro universitário Santa Ana, que se encontra a escassos metros. A adjudicação desta atuação é iminente, uma vez que se celebre a mesa de contratação.

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