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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 12 de dezembro de 2019

A dívida ‘viva’ da Câmara Municipal se cifra em mais de 20 milhões de euros

O governo local criará uma comissão de seguimento sobre/em relação a os fundos europeus. Juliana {Megías} compromete-se a que se elaboram cada ano uns orçamentos

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
17/07/2019

 

A dívida viva do Câmara Municipal de Almendralejo a finais de 2018 está cifrada em 20.292.470 euros, segundo os dados avançados ontem pela nova vereadora de Finanças, Economia, Património e Fundos Europeus, Juliana {Megías}, quem compareceu ontem perante os meios de comunicação para avançar as linhas professoras de sua delegação. Sobre/em relação a o dado antes citado, assinalou que a cidade paga uma carga/carrega financeira mensal de em torno de 250.000 euros e que a previsão de futuro que manejam é que dita carga/carrega aumentará pelo empréstimo de seis milhões de euros que se pediu para destiná-lo a despesas correntes.

Estas são algumas das cifras dadas por Juliana {Megías} sobre/em relação a a saúde económico-financeira da Câmara Municipal, assinalando além disso que «a informação económica e social do município encontra-se dispersa e com uma análise {asistemático} onde não há um instrumento catalisador de informação». Neste sentido, argumentou que um dos principais objetivos da equipa de governo é centralizar a informação económica existente e divulgá-la para que seja mais útil na tomada de decisões. «Queremos que a informação económica esteja a disposição da corporação municipal, dos parceiros sociais e de qualquer cidadão para ter um conhecimento real». Também o considera eficaz para comparar a atividade económica com outras povoações e analisar diferenças.

Nova comissão/ De outro lado, {Megías} anunciou que se criou uma comissão de seguimento sobre/em relação a fundos europeus para controlar os investimentos que se realizam com este dinheirão. Em relação à execução das investimentos, se obtiveram 6,2 milhões de euros para a cidade na segunda convocatória dos fundos {Edusi}, embora por enquanto a despesa certificado é «zero», tendo uma previsão de ter certificado 1,8 milhões de euros em finais de 2019.

Juliana {Megías} indicou que a comissão criada para seguir/continuar estes fundos dará «mais transparência» neste capítulo, um aspeto que querem cuidar em todos os temas económicos.

Revisões cadastrais/ No capítulo de Finanças, {Megías} recorda que desde a equipa de governo socialista comprometeram-se a realizar uma revisão cadastral de todos os imóveis da cidade, especialmente das naves industriais. Atualmente se elabora um calendário de atuação e se tem anunciado uma revisão geral. Também se abrirá um escritório de informação junto ao {OAR} para que os cidadãos possam consultar qualquer problema.

Orçamentos/ Outro acordo/compromisso anunciado pela vereadora socialista é a de elaborar anualmente um orçamento municipal que detalhe as contas municipais. {Megías} defende esta decisão por dois razões: por transparência política e para evitar que se percam algumas subsídios que se concedem subordinadas por outras administrações à necessidade de contar com um orçamento aprovado no ano em vigor. {Megías} também estimou que a elaboração do orçamento deve ser «participativa».

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