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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

Dias de Paixão passados por água

As chuvas impediram {procesionar} a várias irmandades e tiveram que suspender-se os seis percursos/percorridos programados para o Quinta-feira e Sexta-feira Santo H Mais sorte para a irmandade de Jesús Orando no Horto que sim {procesionó} em seu 50 aniversário

RODRIGO CABEZAS
22/04/2019

 

As trovoadas de água inesperadas têm salpicado à brava à Páscoa, especialmente em Quinta-feira e Sexta-feira Santo. Até seis procissões não puderam sair à rua por sua estação de penitência. As gotas de chuva se misturavam com lágrimas de desencanto e desesperança para muitos irmãos que levam meses, noite após noite, {añorando} este momento. É a moeda ao vento duma Páscoa onde se cuida até ao milímetro todos os detalhes, exceto o incontrolável da meteorologia.

Já o Quarta-feira Santo ameaçou o céu com deixar em sua igreja à irmandade dos Estudantes acompanhando a Jesús Cautivo e a Esperanza, mas após um atraso, pôde {procesionar} e, mesmo, passar pela corrida/curso oficial em rua Real. Uma corrida/curso oficial {engalanada} com motivos {morados}, bancadas de madeira e um bonito corredor que terá que esperar a outro ano para luzir melhor.

Depois de/após um Quinta-feira Santa quase impoluto, quebrou a trovoada de água instantes antes da saída de A Mercê, que finalmente teve que suspender seu percurso/percorrido perante os prantos desesperados de vários de seus irmãos.

Mesma sorte correram a procissão do Silêncio de Nosso Pai Jesús del Gran Poder, que teve que fazer o {Via} {Crucis} no interior da Purificación; e a procissão da Boa Morte, que também não pôde sair de São Antonio, onde o dia antes se tinha realizada o emotiva Oração dos Três Credos com uma igreja cheia até à bandeira.

Na Sexta-feira Santo, igual. Dia esplendoroso até à saída do Cristo del Amparo. Trovoada de água e o Amparo, o Santo {Tierro} e a procissão das Mulheres ficaram sem sair.

Sim o pôde fazer o Terça-feira Santo a irmandade de Jesús Orando no Horto que neste ano cumpriu meio século de história. Também teve homenagens, alguns inesperados, como o detalhe da irmandade da Boa Morte com {Migel} García Giménez-Millán, inspetor de Polícia, ao que ofereceram a imagem do Cristo por décadas velando pela segurança e realce nas procissões da cidade. Junto a ele também foram reconhecidos Tomás Bote, Isabel Herrera, Pedro Rodríguez e Francisco Belinchón.

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