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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

O descontente dos agricultores pelo baixo/sob/debaixo de preço da uva persiste

Esta organização se queixa de que seguem/continuam sem pôr os preços nas tábuas. Não descartam tomar ações para que se cumpra lhe lei da cadeia alimentar

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
08/09/2017

 

O preço da uva e a pouca informação que os agricultores têm de isso durante a recolhida do fruto está a ser novamente um dos temas de debate da campanha da vindima. A organização {Apag} Extremadura {Asaja} critica que esteja finalizando a vindima e muitos agricultores não conheçam ainda o preço ao que vão a vender sua uva.

Este coletivo, junto à Comunidade de Lavradores e cooperativas das principais zonas vitivinícolas celebraram uma sectorial para analisar a situação pela que atravessa o sector do vinho. Um tema muito preocupante foi o do preço. «Os agricultores estão vendo como seus bolsos saem danificados campanha após campanha, o que parece-nos um completo despropósito por parte das adegas», diz Juan Metidieri, presidente de {Apag} Extremadura {Asaja}. O coletivo segue/continua zangado com este assunto e não descarta dar início uma série de medidas para que se cumpra a lei da cadeia alimentar, para que o agricultor receba «uns preços dignos que compensem seu trabalho e esforço anual», salientou.

Desde a organização insistem em que há muita incerteza e secretismo sobre/em relação a os preços da uva e que isto ficou refletido na citada sectorial, à que também foi José Ugarrio, responsável treinador do sector do vinho de {Asaja} Nacional.

Na reunião pôs-se de manifesto o zanga que há entre muitos agricultores pelo comportamento de muitos taberneiros/bodegões que seguem/continuam sem pôr as tradicionais tábuas «que atiravam tanto/golo transparência nos preços da uva, como confiança nos agricultores».

Juan Metidieri lamentou que as adegas extremenhas tenham esperado a estabelecer seus preços depois de/após que sejam as de Castela-A Mancha as que revelem os seus, apesar de que a vindima começa antes na comunidade extremenha que na vizinha. «As tábuas não são obrigatórias, mas era um bom costume para que os agricultores pudessem conhecer facilmente os preços do fruto, proporcionando ao sector essa transparência desejada», anotou Metidieri.

Mais qualidade/ Do que sim estão satisfeitos é da «excelente qualidade» do fruto nesta campanha, aumentando consideravelmente o grau/curso universitário alcoólico. Não obstante, as condições climatológicas adversas têm provocado uma diminui da produção cifrada entre o 50 e 60%.

Na reunião da sectorial, José Ugarrio falou da produção nacional e disse que a mesma tem descido entre o 30 e o 40%. A seca, as altas temperaturas, o granizo e as geladas em determinadas épocas fizeram {mella} nas campanhas de A Rioja, Galiza, Castela-A Mancha e Castela e Leão.

Ugarrio também referiu-se às campanhas que se desenvolvem fora de Espanha. Assinalou, por exemplo, que França e Itália também estão entre os países que foram grandes vítimas pelas inclemências do tempo e, mesmo, têm tido que recorrer a Espanha por falta de estoque. Por tudo isso, {Apag} considera que o preço da uva deveria ser mais elevado a fim de proporcionar um Maio benefício aos agricultores.

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