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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 17 de janeiro de 2020

Cultura, arte e literatura gritam ‘Não’

O teatro acolheu um ato oficial para misturar cultura, pintura, fotografia, vídeo e literatura, todos com exposições reivindicativas contra o maltrato às mulheres H Coletivos de todas as idades se mobilizam nestas datas para dar visibilidade ao problema

RODRIGO CABEZAS
02/12/2019

 

Uma larga/ampla representação da cultura, a arte e a literatura de Almendralejo tem gritado com contundência Não é não em sua contínua luta para erradicar a violência até as mulheres. Assim expressou-se o 25 de Novembro, dia mundial contra este flagelo social.

Impulsionado pela pelouro de Igualdade, mas com o apoio de muitos coletivos, o teatro Carolina Coronado acolheu um emotivo ato reivindicativo. As palavras do presidente da Câmara Municipal José María Ramírez descreveram à perfeição o sentir de todos: «É curioso que {celebramos} algo num dia que não há nada que celebrar, mas que sempre temos de fazê-lo para reivindicar e lutar», destacou.

Após a leitura do manifesto oficial, se projetaram os dois vídeos vencedores do concurso de audiovisuais {Muévete} contra a violência de género. O primeiro prémio foi para o estreitamente Quebrando mitos do amor romântico, elaborado por alunos do instituto/liceu Arroyo {Harnina}. O segundo foi para estudantes do Santiago Apóstol, que apresentaram o estreitamente Mudança de {roles}.

A escritora Luzia González compôs textos contra a violência machista, enquanto teve exposições de fotografias e pinturas com imagens impactantes contra o maltrato. A primeira foi com instantâneas de {Noemí} Domínguez enquanto as pinturas eram de {Olalla} Zamora. Tudo para gritar, uma vez mais, que «Não é não».

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