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O coronavirus obriga a contratar a 586 docentes mais para o curso que vem

A proposta estaciona a supressão de 302 praças/vagas e soma 312. Som contratos anuais. Som 167 em Primária e 419 nos centros de Ensino secundário. Teria além disso 28 mais em FP

 

Pais e alunos num centro de Cáceres o dia da volta ao {cole}, o passado setembro. - EL PERIÓDICO

R. CANTERO
24/07/2020

Educação incrementará em 586 docentes sua plantel/quadro funcional para que o curso 2020-2021 possa iniciar/dar início's 100% presencial. A mesa sectorial aprovou ontem o incremento da plantel/quadro nos centros públicos da região, que se traduzirá em 167 professores mais nos centros de Ensino Básico e 419 em Ensino secundário e Ensino secundário. A isso se somarão outras 28 em Formação Profissional, neste último caso, para abordar o plano estratégico que o Governo central pretende dar início. O incremento total se eleva a 614 docentes para o curso que se inicia em setembro.

A proposta pactuada supõe que se recuperam as 302 praças/vagas que Educação se tinha apresentado suprimir para o próximo curso e se acrescentam outras 312 praças/vagas pela atual situação extraordinária. Por províncias, terá 401,5 docentes mais nos centros da província de Badajoz (121 em Primária e 280,5 em Ensino secundário) e 184,5 na de Cáceres (46 mais em Primária e 138,5 para Ensino secundário). Sim se mantém outra das medidas que se tinham modificado já para o próximo curso, o incremento de 18 a 19 horas letivas previstas para os professores de Ensino secundário.

O modelo que se contempla para o início do curso escolar na Extremadura é 100% presencial; com grupos estáveis desde/a partir de Infantil até 4º de Primária, desde/a partir de 5º de Primária até 4º de ESO com uma distância de metro e meio e até Ensino secundário e FP com distância de um metro e o uso de máscara.

«Temos decidido por unanimidade com os sindicatos em que sejam contratos estáveis para tudo o curso, para dar estabilidade ao sistema educativo e para dar estabilidade laboral ao corpo de professores e professores da região», assinalou a conselheira Esther Gutiérrez após a reunião com os sindicatos. Se as circunstâncias sanitárias não mudam, se iniciará o curso com esse modelo e, se é necessário que se produza alguma mudança porque a evolução da pandemia o exija, «se manterá o desdobre». A modificação de plantel/quadro suporá um investimento de pelo menos 25 milhões em pessoal para os centros públicos.

O modelo que se apresentou e se aprovou ontem para a pública se transferirá também à concertada, com um aumento de plantel/quadro que se estudará na mesa sectorial de que terá lugar a princípios de Agosto. «Vamos a atender as necessidades da concertada e vamos a atender as necessidades deste modelo», assinalou a conselheira.

No decurso da reunião se aprovou além disso adiar até ao 24 de Agosto a adjudicação de destinos prevista para o 31 de Julho, com o fim de que se possam incorporar todas estas vagas.

NÃO É SUFICIENTE/ O incremento de planteis/quadros para o próximo curso foi bem recebido pelos sindicatos, embora consideram também que se poderia ter facto/feito um esforço maior/velho. «O aumento era muito necessário para enfrentar com garantias sanitárias e educativas a nova normalidade, embora {consideramos} insuficiente o aumento», indicam desde/a partir de o sindicato PEDE.

Mercedes Barrado, de CSIF, considera que apesar do incremento que se apresenta «os cortes seguem/continuam». «Isto é por uma verba/partida extraordinária que chega pela pandemia e que vão a destinar a garantir o distanciamento e a redução de ratios. Mas se mantêm as 19 horas que se apresentaram», recorda.

{ANPE} critica que o incremento que se apresenta «é completamente insuficiente» e considera que não {retrotrae} o corte estrutural que tem suposto a supressão de 302 postos nas planteis/quadros de pessoal. «Não se corresponde nem ao capital dado pelo Governo central para ao início do curso adaptado à nova normalidade, nem à transferência extraordinária aprovada para a FP», critica Antonio Vera.