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Centenas de vizinhos/moradores reclamam contra os abusos dos cartões ‘{revolving}’

O advogado Jesús Real diz que muitos as têm e não o sabem

 

Imagem de arquivo duma pessoa pagando com cartão. - {EP}

REDACCIÓN ALMENDRALEJO
22/05/2020

Centenas de vizinhos/moradores de Almendralejo apresentaram reclamações contra os supostos abusos gerados pelas cartões de crédito {revolving}. Foi em 2015 quando uma sentença do Tribunal Supremo contra do Banco {Sygma} {Hispania} abriu a veda aos usuários destas cartões para comprovar se a taxa de juro que os bancos lhes tinham imposto poderia ter um carácter {usurario} do crédito concedido, isto é, um interesse/juro notablemente superior ao normal/simples.

Muitas pessoas têm este tipo de cartões {revolving} para adiar o pagamento de suas compras. Em lugar de pagar a mês vencedor, como costuma fazer-se em cartões correntes, se paga a prazos, aplicando interesses. «Mas muitos não sabem que os interesses som altíssimos, alguns acima de 20%, e ninguém lhes informou de isso quando se comercializou», alerta Jesús Real, especialista em direito bancário de {Atrium} Advogados.

De facto, no seu gabinete têm atendido mais de um centenar de reclamações e, a grande maioria, com êxito na devolução do dinheiro. «O problema é que estes cartões têm uma quota pequena e apenas te {das} conta, mas em muitos casos, som interesses desproporcionados e se acumulam como dívidas», explica.

Desde/a partir de {Atrium} revêem de maneira gratuita os processos e, em caso de ser um cartão com interesses usurários, gerem a reclamação com o banco.