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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

{Asevex} diz que as adegas cumprem com a norma da cadeia alimentar

Assegura fizeram inspeções e ficou demonstrado que estão cumprindo. Recorda que a lei afeta a mais sectores e critica que sempre se focalize no vinho

RODRIGO CABEZAS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
30/08/2017

 

A Associação de Empresas Vinícolas da Extremadura ({Asevex}) expressou sua indignação e rejeita pelas denúncias realizadas por algumas organizações agrárias nas que se acusa a industriais e taberneiros/bodegões do sector vinícola de incumprir a lei da cadeia alimentar, ao não pôr preço à uva nem formalizar contratos. Este coletivo expressou seu mal-estar através de um comunicado no qual assegura que «estas denúncias são totalmente infundadas e têm provocado numerosas inspeções nas adegas por parte das autoridades competentes na matéria, às que se tem demonstrado que as acusações são totalmente falsas».

Desde {Asevex} assinalam que com estas acusações e denúncias «só/sozinho se quebra a harmonia que sempre tem caraterizado às relações entre viticultores e industriais, dado que em nenhum momento as adegas têm tratado de burlar a ninguém, como se deixa entrever nas acusações citadas», acrescenta a nota.

Esta reação está motivada pelas denúncias realizadas por A União Extremadura e {Apag} Extremadura {Asaja}, que na passada semana assinalaram que tinha várias adegas na região de Terra de Lamas que estavam recolhendo a uva sem formalizar antes os contratos, algo que suporia o incumprimento da lei da cadeia alimentar (Lei 12/2013 de 2 de Agosto).

Organizações como {Apag} {Asaja} Extremadura, através de seu presidente, Juan Metidieri, se expressaram com contundência ao apontar a opção de derrogar a lei se esta não se cumpria. Metidieri disse lamentar que a Agência de Informação e Controlo Alimentares ({AICA}) e a Conselheria de Ambiente e Rural, Políticas Agrárias e Território mostrassem passividade na hora de vigiar o cumprimento da norma. A União Extremadura, por seu lado, afirmou que tinha adegas extremenhas que estavam à espera a ver os preços que se punham em Castela-A Mancha.

OUTROS SECTORES / {Asevex} recorda igualmente que a lei da cadeia alimentar afeta a todos os sectores produtivos e a todos os produtos agrários e criticam que os ataques das organizações agrárias só/sozinho vão dirigidos ao sector industrial do vinho extremenho. Também recordam que este sector transforma somente o 25% da produção de uva na comunidade autónoma e perguntam se o resto dos sectores estão cumprindo escrupulosamente com esta lei.

Este coletivo, no seu comunicado, sublinha além disso que todos os anos há organizações agrárias de Terra de Lamas que leiloam entre os taberneiros/bodegões a venda combina de uvas de seus filiados/inscritos, pactuando unicamente uma prima sobre/em relação a o preço, sem fixar um regulamento concreta/concretiza. Dizem também que essas mesmas associações denunciam logo uma suposta existência de contratos sem preços no campo.

Por último, a associação de empresas vinícolas aponta que «é evidente que a legislação deve cumprir-se, mas {mostramos} um total rejeição aos ataques contínuos e generalizados às adegas que cada vez, em menor número, compram a uva duma parte dos viticultores extremenhos».

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